Qi. Do que se trata afinal?

 

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O ideograma tradicional de Qi mostra-nos o vapor emanado pelo grão de arroz. O grão simboliza a matéria e o vapor simboliza o calor, o movimento, a libertação, a energia. O Qi é a energia em todas as suas manifestações, material e fisiológica. É composta por esta dualidade, a componente física, palpável e a componente imaterial, funcional. A componente Yin e a componente Yang.

Podemos encontrar o Qi em todos os seres na Natureza. Em nós, o Qi circula naturalmente em todo o corpo, segundo padrões próprios. A medicina Tradicional Chinesa atenta ao funcionamento do Qi, detetando os seus desequilíbrios que, não sendo tratados irão evoluir para manifestações físicas, palpáveis. Aqui surgem as patologias como o ocidente as conhece. É nesta fase que a Medicina Ocidental consegue diagnosticar e atuar.

A Medicina Tradicional Chinesa tem, por isso, um importantíssimo papel preventivo, valorizando sinais subtis, sem grande significado na abordagem ocidental. Os distúrbios energéticos, quando reequilibrados não evoluem para doença. Este é o verdadeiro valor da Medicina Tradicional Chinesa. Um autêntico tesouro para a Humanidade.

Nos meus artigos terei oportunidade de o demonstrar com diversos exemplos e explicações, pois considero fundamental informar sobre o potencial desta medicina ancestral, para que todos nós possamos ter mais alternativas, sobretudo quando procuramos soluções de saúde.

 

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Ana Sequeira

Especialista em Medicina Tradicional Chinesa

ana.ruaf@gmail.com

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