A Câmara Municipal de Sesimbra, em parceria com a Docapesca, Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) e Delegação Marítima removeram, no dia 3 de março, várias embarcações em fim de vida que se encontravam na rampa do Instituto de Socorros a Náufragos, no Porto de Abrigo. Na ação de limpeza esteve envolvida uma escavadora giratória e camiões, que transportaram os destroços para o aterro sanitário da Moita.

«Para além de estarem a ocupar a rampa há muitos anos, o que causava transtornos a outros pescadores que utilizam aquele espaço, estas embarcações, pelo seu estado de degradação, não contribuíam para a imagem do Porto e representavam um risco em matéria de segurança», referiu João Pólvora, diretor da Docapesca de Sesimbra, para quem foi «fundamental a colaboração entre as entidades envolvidas neste processo».

Uma das embarcações removidas foi a barca Polvinho, que estava na rampa há alguns meses. «Ainda bem que fizeram este trabalho. Isto como estava não era bom para ninguém. Eram só barcos abandonados, sem qualquer aproveitamento», exclamou João Mateus, antigo proprietário da embarcação, que se encontra reformado.

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