Mais uma vez o CDS-PP comemorou o Dia do Trabalhador em Almada, perante uma casa cheia de militantes centristas, que se dirigiram à Costa da Caparica para ouvir o vice-presidente do partido Adolfo Mesquita Nunes, e o líder parlamentar e deputado eleito por Setúbal, Nuno Magalhães.

Nuno Magalhães deixou junto dos presentes uma palavra de apreço pela magnífica mobilização num distrito tão adverso à direita democrática, como é Setúbal e, nomeadamente, Almada, assim como pelo vigor e confiança que os militantes e simpatizantes do CDS-PP têm no partido, augurando um bom resultado nos próximos desafios.

Foi nesse desafio autárquico que o líder parlamentar do CDS-PP centrou o seu discurso, reconhecendo o trabalho realizado pelos autarcas do distrito de Setúbal, e admitindo estar confiante num excelente resultado do partido nas eleições autárquicas do próximo ano.

Nuno Magalhães aproveitou ainda para lembrar aos presentes que a devolução salarial que agora o Governo e a esquerda tanto apregoam, começou a ser feita, efetivamente, com o anterior Governo PSD/CDS-PP, depois de retirar o país da bancarrota.

Para finalizar a sua intervenção, o líder parlamentar do CDS-PP realçou a importância das comemorações do 1º de Maio pelo partido, em Almada, e afirmou esperar que, daqui a um ano, o tema de um novo resgate, não seja, infelizmente, o prato principal da comemoração.

Na sua intervenção, o vice-presidente Adolfo Mesquita Nunes realçou o importante papel que o CDS-PP tem nesta conjuntura, em que as esquerdas radicais apoiam um plano de estabilidade.

O ex-secretário de Estado do Turismo recordou que PSD e CDS-PP encontraram um país em dificuldades, deixando o país com crescimento e criação de emprego e com confiança internacional reforçada.

Mas, tal como em 2009, o atual Governo, esconde os planos e os números, pelo que é fundamental uma oposição forte e construtiva por parte do CDS-PP, disse.

Para o vice-presidente do partido, este Governo só existe porque o partido comunista e o bloco de esquerda querem. Todas as decisões e as medidas do Governo têm a responsabilidade da extrema-esquerda comunista e bloquista.

Adolfo Mesquita Nunes, afirmou ainda que o partido tem confrontado o governo e os partidos que o apoiam com perguntas certeiras perante as políticas que o mesmo tem vindo a implementar, responsabilizando-os pelas mesmas e realçando, por fim, o papel que as empresas têm na criação de emprego e no desenvolvimento económico do país.

Porque, concluiu, “um governo que acha que as empresas são rivais das pessoas é um governo incapaz de ter políticas que permitam a criação de emprego”.

Os dois discursos foram antecedidos pelas intervenções do presidente da Federação de Trabalhadores Democratas Cristãos (FTDC), Fernando Moura Silva, e do presidente da Juventude Popular, Francisco Rodrigues dos Santos, tal como dos dirigentes local e distrital do partido, respetivamente David Chambelo Gomes e João Paulo Viegas.

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