A Baía do Tejo recebeu esta quinta-feira a certificação ISO 9001, norma reconhecida internacionalmente e que garante a gestão de qualidade de uma empresa.

“O grande objetivo da Baía do Tejo foi e será sempre a implementação das normas, a certificação é, por isso, o corolário do nosso trabalho”, congratulou-se Paulo Gamito, administrador da Baía do Tejo.

O presidente da Baía do Tejo, Jacinto Pereira, recordou, inicialmente, a dupla missão da empresa do universo Parpública “gerir os parques empresariais do Barreiro, Seixal e Estarreja e promover o Projeto Arco Ribeirinho Sul, criando condições para a instalação de atividades económicas e valorizando os seus territórios trazendo valor acrescentado à requalificação ambiental e urbana”, explicando que desde que a administração tomou posse criou-se no seio da organização a convicção de que a “obtenção da certificação de qualidade iria facilitar a concretização dos objetivos”.

Para Jacinto Pereira, a certificação permite, ainda, à Baía do Tejo afirmar-se como uma referência e, sobretudo, como um exemplo de difusão das boas práticas de gestão para as cerca de 250 empresas que estão atualmente localizadas nos três parques empresariais geridos pela organização.

“A certificação é o início de um percurso contínuo no âmbito da qualidade”, explicou o administrador Paulo Gamito, sublinhando que o sistema agora implementado – que surgiu com a necessidade de reorganizar, de sistematizar procedimentos – “não está fechado, é mutável, está em crescimento e em maturação”.

Paulo Gamito reconheceu que “não foi um percurso fácil”, mas foi, acima de tudo, um processo “com e para as pessoas” e foi esse fator que permitiu a obtenção deste resultado.

O responsável adiantou ainda que para além da norma da qualidade, a Baía do Tejo está atualmente a implementar mais duas normas, a norma do ambiente e a norma relativa à higiene e segurança no trabalho. Concluindo a sua intervenção com um desejo: “Espero que daqui a pouco tempo a Baía do Tejo receba a certificação de mais alguma norma”.

Já Patrícia Pereira, diretora para a certificação de qualidade da multinacional suíça SGS para Portugal, felicitou a Baía do Tejo pela certificação e, sobretudo, pela mudança de sistema ter sido alicerçada na “fusão das boas práticas que já eram aplicadas no seio da organização”, reiterando que a certificação é, ainda assim, o início. “O desafio agora é manter o sistema vivo, manter esta dinâmica e melhorar continuamente a eficácia e a eficiência da empresa”, defendeu a responsável da SGS.

“O sistema de gestão de qualidade tem como missão, para além da satisfação do cliente, que as empresas olhem para dentro, e a Baía do Tejo melhorou, certamente, os processos e as metodologias com as sistemáticas introspeções que foram feitas ao longo deste percurso e esse é um benefício que, com ou sem certificação, é da empresa”, explicou Patrícia Pereira, reiterando que a certificação serve, essencialmente, para “demonstrar publicamente que a organização cumpre com aquilo a que se tinha comprometido”.

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