A Baía do Tejo assinou com o Instituto Politécnico de Setúbal e com a Rumo, no passado dia 3 de outubro, um protocolo com vista a alargar a oferta de residências para estudantes do Instituto Politécnico de Setúbal, nomeadamente os que frequentam a Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, daquele instituto.

O protocolo implica a recuperação exterior e interior de quatro moradias do antigo Bairro Operário, parte integrante do Parque Empresarial Baía do Tejo no Barreiro, bem como a decoração e integral equipamento das mesmas, com o objetivo de serem utilizadas por estudantes do IPS em regime presencial.

Com um layout simples, mas de elevado conforto, que se revelou do agrado de todos os envolvidos no protocolo, as moradias terão uma ocupação limite de três estudantes cada e são constituídas por três quartos individuais, devidamente equipados, nomeadamente com mobiliário para estudo, e com áreas comuns equipadas com todos os eletrodomésticos básicos.

A Baía do Tejo desenvolve este protocolo no âmbito da política definida por esta administração de aproximação às comunidades onde se encontram os seus parques empresariais, bem como numa perspetiva mais ampla, que visa o desenvolvimento de iniciativas que promovam a fixação de novos clientes e a dinamização dos territórios que se encontram sob a sua gestão. Neste caso, dá-se mais um contributo para a revitalização do Bairro de Sta. Bárbara do Barreiro.

Também com este protocolo e na sequência de outros em curso com o ISCSP, Universidade de Lisboa, e com a escola profissional EPBJC, a Baía do Tejo procura incrementar a ligação entre os estudantes e as instituições de ensino e o mundo empresarial.

Este protocolo foi reconhecidamente do agrado do IPS que consagra também como objetivo propiciar aos estudantes condições favoráveis à realização de percursos académicos que lhes permitam a plena integração no mercado de trabalho.

Ao tomar da palavra o Professor Pedro Dominguinhos, Presidente do IPS, referiu que “A iniciativa da Baía do Tejo é já um caso de sucesso, uma vez que a procura já supera a oferta. Esperamos que a Baía do Tejo possa disponibilizar mais casas.” Esta iniciativa foi ainda considerada de grande relevo para o IPS devido à intenção deste instituto politécnico investir cada vez mais na captação de alunos estrangeiros, público-alvo que necessitará sempre de residência durante o desenvolvimento dos seus estudos.

Por parte da RUMO, a quem cabe apoiar o acolhi- mento dos estudantes e gerir, em articulação com os Serviços de Ação Social do Inst. Politécnico de Setúbal, a instalação dos estudantes nas moradias, o seu Presidente, Augusto Sousa, referiu que “é com todo o gosto que aderimos a este protocolo”, reconhecendo ao mesmo efetivo relevo. Integrando esta iniciativa num conjunto alargado de outras ações, Jacinto Pereira, Presidente da Baía do Tejo, referiu ao terminar a sua breve intervenção “Que melhor forma de revitalizar o Bairro de Sta. Bárbara, se não trazendo jovens para o seu seio?” A avaliar pela reação dos representantes de todas as entidades envolvidas neste protocolo, to- dos parecem partilhar da mesma opinião.

 

 

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