O Livro “O Opositor” será apresentado no próximo sábado, dia 21 de março, pelas 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.

Esta iniciativa é inserida na programação das comemorações do DIA DA POESIA 2015, promovida pela Câmara Municipal do Barreiro.

 

Biografia

Guilherme Opositor, pseudónimo de Pedro Guilherme Santos, nasceu a 13 de Maio de 1996, no Barreiro, em Portugal.

Desde novo que se iniciou nas lides artístico-literárias; com uma forte influência cultural e artística, por parte dos progenitores, vivencia e valoriza muito o seio literário, bem como desperta em si uma imensa curiosidade em conhecer e desvendar os mistérios inerentes à literatura.

Aos dez anos inicia a sua atividade literária, porém ainda no anonimato, com a redação de alguns contos infantis. É a partir dos 13 anos (2009), que surge o gosto pela literatura em prosa e poética. Em 2013, estando a decorrer o seu 11º ano do liceu, interessou-se pela escrita de Padre António Vieira, especialmente pelo Sermão de Santo António aos Peixes, o que serviu, de modelo de inspiração, à figura de Fernando Capitel.

Em 2013, aquando o estudo da lírica pessoana, o seu sentimento de angústia e de inquietação torna-se efervescente, que faz restituir um pensamento tão outrora desvanecido pelos tempos – a inadaptação face ao mundo. Em 2014 é concluído o ensaio filosófico e reflexivo do seu heterónimo, renunciador do seu próprio espírito – O Triunfo Equalitário, de Mariano Boaventura. Após o Verão de 2014 (18 anos), decide arriscar-se numa análise apreciativa dos seus escritos, estão compilados numa única obra – O Opositor. Futuramente, pensa na redação de possíveis contos, culminando com a publicação de um romance – ambição há muito pretendida pelo autor, mas ainda em delineação; e claro, no término dos seus estudos universitários, sendo Comunicação Social o curso de eleição dum autor tão profundamente crítico-analítico do mundo que o rodeia.

 

Sinopse

‘Eu contra o Mundo, o Mundo quer estar contra mim’, é assim que Guilherme Opositor se encara com a vida, que por si só, carece de sentido lógico naquilo que é a construção de uma identidade que se define pela exposição ao fracasso, e não pela ascensão ao derradeiro sucesso. Num mundo tão amplamente vasto, em que as respostas se tornam gastas, face a tantas ideias distorcidas e isentas de conteúdo; onde a ausência de ideias vivas, encaradas como certas, nos levam a uma dicotomia presente: de um lado nascem os opositores, do outro nasce o mundo. E a partir daqui se infere um caminho de vivências turbulentas, sem acostumação, nem medida; onde num só corpo, podem coexistir três; onde uma visão diferente pode ser contraditória pela dificuldade em crer nessa própria distinção. O Opositor conduz-nos a uma visão imperfeita da sociedade, sustentada pela posição de um todo sobre um só, onde a perfeição real padece de um avassalador retrocesso.

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