O Bloco de Esquerda realizou neste sábado um jantar/comício seguido de arruada na Moita, no qual intervieram a cabeça de lista pelo círculo eleitoral de Setúbal, Joana Mortágua, o deputado Luís Fazenda, o mandatário distrital, Fernando Rosas,  o mandatário nacional, António Chora,  e ainda o vereador bloquista na Câmara da Moita, Joaquim Raminhos.

 
Joana Mortágua começou por falar das “famílias que ficaram com as casas em leilão” em Pinhal de Negreiros, Azeitão, sublinhando que “o governo quer pôr a culpa nas famílias, enquanto “endivida o país”. Referiu a atual situação da saúde no distrito, salientando que há 200 mil pessoas sem médico de família, que o Hospital Garcia da Orta foi construído para dar cobertura a 150 mil pessoas e abrange neste momento 400 mil, não esquecendo o concelho do Seixal que não tem serviço de saúde depois das 20h.
 

Fernando Rosas referiu que PSD e CDS seguem uma política assente na mentira, iludindo os portugueses com a ideia de que eles seriam a “salvação nacional”, querendo fazer crer que “a austeridade é uma maldição que eles não queriam”. “Mentira. A austeridade é a política deste governo”.

António Chora defendeu que é preciso “restituir aos trabalhadores tudo o que nos foi roubado nestes quatro anos” e apontou que “o Bloco não passa cheques em branco a quem quer que seja para depois governar à direita”.

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