Foi hoje apresentado o programa do VII Festival Encontros –  Cores, Sons, Sabores e Saberes, que vai decorrer no Barreiro, pelos dias 6, 7 e 8 de maio 2016, na praça de Santa Cruz e travessa Padre Abílio Mendes. Este evento contou com a presença de Bonga e Valete, cabeças de cartaz deste festival.

PROGRAMA

6 MAIO | 19h00 às 02h00

20h30 – Abertura Oficial do VII FESTIVAL ENCONTROS – Cores, Sons, Saberes e Saberes

LARGO DAS ARTES
19h00 – 20h00 | Workshop de Kudafro com Blaya (Kuduro afrohouse urban moves)

ESPAÇO COMUM | CLDS 3G BARREIRO
19h00 – 00h00 | Exposição Coletiva

LARGO ASSOCIATIVO
19h00 – 02h00 | Gastronomia do Mundo

PALCO ENCONTROS
19h30 | Henriquinho Júnior | Músico Guineense
20h00 | Inês Paris | Cantora Cabo-Verdiana
21h00 | Mbey Ebrima | Músico Gambiano
00h00 | Cooperativa Sound System | Músicos Barreirenses

SALA MULTIATIVIDADES – CLDS 3G BARREIRO
21h00 | Ciclo de documentários | Produção CMB 2016

PALCO FESTIVAL
22h00 | WEELF REAL
23h00 | VALETE

7 MAIO | 15h00 às 02h00

CASA – MÃE
15h00 – 00h00 | Ciclo de Documentários | Produção CMB 2015 e 2016

SALA MULTIATIVIDADES – CLDS 3G BARREIRO
15h00 – 17h00 | Debate
18h00 – 20h00 | Ciclo de cinema

ESPAÇO COMUM | CLDS 3G BARREIRO
15h00 – 00h00 | Exposição Coletiva

LARGO DAS ARTES
17h30 | Encontros | Dança Criativa Infantil

LARGO ASSOCIATIVO
17h00 – 02h00 | Gastronomia do Mundo

PALCO ENCONTROS
17h00 | Grupo de Dança Angolana “Os Pacificadores” do Centro Social Bom Samaritano | Dança Tradicional Angolana
17h30 | Chapulines – Grupo Folclórico Mexicano em Portugal | Dança Tradicional Mexicana
18h00 | Danças Moldavas | Miorita – Associação Cultural dos Imigrantes Moldavos
18h30 | As Cantadeiras do Barreiro | Grupo Coral Alentejano Feminino
19h00 | Cooperativa Sound System | Músicos Barreirenses
20h00 | Soneduisa| Música Cubana
21h00 | Carla Correia com Mick Trovoada nas precursões e Djone Santos na guitarra e cavaquinho | Música Cabo-Verdiana
00h00 | Cooperativa Sound System | Músicos Barreirenses

PALCO FESTIVAL
19h00 | NELLY CIOBANU
22h30 | BONGA

8 MAIO | 10h00 às 18h00

POLIDESPORTIVO – AVENIDA BENTO GONÇALVES (AVENIDA DA PRAIA)
10h00 – 13h00 | Atividades Desportivas Interculturais

CASA – MÃE
13h00 – 17h00 | Ciclo de Documentários | Produção CMB 2015 e 2016

ESPAÇO COMUM | CLDS 3G BARREIRO
13h00 – 17h00 | Exposição Coletiva

LARGO ASSOCIATIVO
13h00 – 17h00 | Gastronomia do Mundo

PALCO ENCONTROS
14h30 | Batucadeiras do Grupo Estrelas de Santiago | Batucadeiras de Cabo-Verde
15h00 | Dragostea | Música Moldava

MÚSICA

6 MAIO | 23H00 | VALETE | PALCO FESTIVAL
Valete é um rapper português, filho de pais são-tomenses, que começou a sua jornada no Hip Hop nacional no fim dos anos 90. Lançou em 2002 o seu primeiro álbum no registo de edição de autor e vendeu 5000 cópias. Em 2004, Valete lança, na compilação ‘Poesia Urbana’, a música ‘Fim da Ditadura’ que se tornou num dos maiores hinos do Hip Hop nacional de todos os tempos contando com mais de 3 milhões de visualizações no canal do YouTube do artista. Em 2006, Valete lança o segundo álbum ‘Serviço Público’, novamente com edição independente, e vende 20 000 cópias entre Portugal e Angola. Atualmente, Valete está a finalizar o seu 3º álbum de originais intitulado ‘Homo Liber’ que será editado brevemente.

7 MAIO | 22H30 | BONGA | PALCO FESTIVAL
Bonga conta com mais de 40 anos de carreira. Recebeu inúmeros prémios de popularidade e homenagens relativamente à sua obra, obteve distinções várias, desde medalhas, a discos de ouro e de platina, é recordista de vendas dos seus 32 álbuns. Tem manifestado inúmeras vezes a sua solidariedade e altruísmo dando concertos de beneficência para instituições como a Amnistia Internacional, FAO, ONU, UNICEF. Para além disso tem participado em CDs como por exemplo “Em Português Vos Amamos” dedicado a Timor, “Paz em Angola” ou ainda “Todos Diferentes, Todos Iguais”, um marco na luta contra o racismo.
Tem mais de 300 composições da sua autoria, 32 álbuns, 6 video-clips, 7 bandas sonoras de filmes, e álbuns com inúmeras reedições em todo Mundo.
Seus temas têm sido interpretados por ilustres artistas como, no Brasil, Martinho da Vila, Alcione e Elsa Soares, em França, Mimi Lorca, na República Democrática do Congo, Bovic Bondo Gala, no Uruguai, Heltor Numa de Morais, e muitos artistas angolanos da nova vaga.

6 MAIO | 22H00 | WEELF – MÚSICO BRASILEIRO | PALCO FESTIVAL
Weelf vive numa das maiores favelas da América do Sul – Rocinha, em pleno coração da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Vem pela primeira vez a Portugal para nos contagiar com a sua música, que relata a sua vida na favela e todos os problemas sociais que se vivem por lá. Um rapper que deixará uma marca positiva a todos os que assistirem a este concerto.

7 MAIO | 19H00 | NELLY CIOBANU – MÚSICA MOLDAVA | PALCO FESTIVAL
Nelly Ciobanu canta desde os seus 19 anos, mas foi em 2009 que se tornou mundialmente conhecida, pois, nesse ano, foi a cantora escolhida para representar a Moldávia no Festival da Eurovisão, com a canção Hora din Moldova.
Desde essa data que a cantora tem feito várias digressões por vários países, passando pelo Canadá, Alemanha, Espanha, entre outros.
Atua em Portugal pela segunda vez e certamente irá encantar os presentes ao som da música tradicional Moldava.

6 MAIO | 21H00 | MBEY EBRIMA – MÚSICO GAMBIANO | PALCO ENCONTROS
Mbye Ebrima é um djéli: tocador de kora, cantor e conhecedor de histórias. Nasceu na Gâmbia, onde viveu grande parte da sua vida. Vem da família dos djelis, tanto da parte da sua mãe, como do seu pai. Mbey Ebrima tem a música no seu sangue, seu pai é dos melhores tocadores de kora na Gâmbia e sua mãe dedicou-se ao canto. Aos 22 anos começou a ensinar kora. Pertenceu ao grupo Kora Symphony, criado pelo presidente gambiano e constituído por 30 tocadores de kora.
Aos 25 anos decidiu conhecer outros países e culturas e partiu para o Senegal. De seguida foi para Zimbabwe, Tanzânia e Alemanha, onde fez parte da companhia Mother Africa.
No Festival Encontros, apresenta o seu projeto a solo – a música enraizada na Senegâmbia, mas interpretada da sua própria forma – o resultado da sua experiência e pesquisa musical.

7 MAIO | 21H00 | CARLA CORREIA COM MICK TROVOADA NAS PRECURSÕES E DJONE SANTOS NA GUITARRA E CAVAQUINHO | MÚSICA CABO-VERDIANA | PALCO ENCONTROS
Carla Correia nasceu e cresceu junto ao Tejo, filha de pai português e mãe cabo-verdiana, mas com o coração tomado a sul, por laços de sangue e de vontade.
Sobrinha-neta de BLeza e de Baltazar Lopes da Silva, não esquece as palavras: «corpo que é escravo vai / coração que é livre fica». E pela voz ficou.
Cativa das suaves cadências do violão, pela voz fazendo da poesia melodia, evocando noites de serenatas ao luar… Não consegue, nem quer, dissociar-se musicalmente das raízes que tem, e que sempre reclamou como suas. As músicas que escolhe cantar estão sobretudo fundadas na música e na língua cabo-verdianas, mas enquanto frutos de uma sociedade multicultural, são permeáveis a outras sonoridades. Sem complexos. Djone Santos que a acompanha na guitarra é cabo-verdiano e Mick Trovoada é angolano.

6 MAIO – 01H00 | 7 MAIO – 19H00 E AS 00H00 | COOPERATIVA SOUND SYSTEM | MÚSICOS BARREIRENSES | PALCO ENCONTROS
COOPERATIVA SOUND SYSTEM é um coletivo que agrupa os DJs barreirenses mais versados no groove: Bruno Cafajeste, El Nino, Kikko, Moloko Vellocet, Tiago Sousa e Miguelitro. Deles podemos esperar noites suadas e baile armado. Da sua união surgem sets ecléticos que viajam, sem amarras, pelo afro-beat, soul, world. Esperem festa e boas vibrações.

7 MAIO | 18H30 | AS CANTADEIRAS DO BARREIRO | PALCO ENCONTROS
O Grupo Feminino de Cante Alentejano “Cantadeiras do Barreiro” está integrado na Associação “Os Amigos do Barreiro”. Foi fundado em 4 de junho de 2015 e é composto por 20 vozes femininas.
Segue as tradições das comunidades alentejanas que, a partir da década de 60, chegam aos grandes centros urbanos à procura de trabalho e melhores condições de vida, especialmente à Área Metropolitana de Lisboa, dando origem a associações que procuram preservar e recriar aspetos da cultura do povo alentejano, especialmente o Cante, nas suas variadas temáticas e ricas formas de expressão. Refletindo vivências urbanas, comuns aos grupos criados fora da sua região de origem, o Grupo “Cantadeiras do Barreiro” ostenta no seu traje – saias, blusas, aventais e lenços – elementos inspirados nos antigos padrões de vestir da mulher alentejana.

7 MAIO | 20H00 | SONEDUISA | MÚSICA CUBANA | PALCO ENCONTROS
Este dueto teve o seu início no ano de 2005. O repertório que interpreta o Dueto de Música Cubana “SONEDUISA” é vasto, abrangendo uma grande parte dos estilos e ritmos da música cubana, tais como: Boleros românticos, Cha-cha-cha, Guarachas, Salsas, etc.; incluindo ainda outro panorama da música da região Centro América e Caribe com ritmos como: Valsa peruana, Merengues dominicanos, Torrente Llanero, etc.

6 MAIO | 19H30 | HENRIQUINHO JÚNIOR – MÚSICO GUINEENSE | PALCO ENCONTROS
Henriquinho Júnior é um artista Guineense.
Participa neste Festival desde o seu início, cantando músicas típicas da sua terra. Um espetáculo muito animado.

6 MAIO | 20H00 | INÊS PARIS – CANTORA CABO-VERDIANA | PALCO ENCONTROS
Inês Monteny Paris tem apenas 20 anos, mas aos 16 anos participou no Factor X e com 19 anos no programa The Voice. É uma artista eclética, tendo adotado estilos musicais variados, mas os seus preferidos são o Soul/RnB e o fado.
Neste pequeno concerto apresenta-nos temas de Sara Tavares, Cesária Évora, Mariza e ainda Etta James, Alicia Keys e Amy Winehouse.

8 MAIO | 14H30 | BATUCADEIRAS DO GRUPO ESTRELAS DE SANTIAGO | BATUCADEIRAS DE CABO VERDE | PALCO ENCONTROS
As Batucadeiras do Grupo Estrelas de Santiago apresentam-nos uma dança inerente aos costumes e tradições da ilha de Santiago, Cabo Verde, cujas origens se atribui aos povos Jalofa, etnia que povoou a ilha antes da sua descoberta, pelos portugueses.

8 MAIO |15H00 | DRAGOSTEA – MÚSICA MOLDAVA | PALCO ENCONTROS
Dragostea, que em português significa amor, formou-se em 2006, tendo como objetivo principal promover a arte e a cultura moldava. Atualmente atua em parceria com várias associações de imigrantes em vários eventos culturais organizados pelos imigrantes de origem moldava. O grupo tem no repertório canções em várias línguas, desde o romeno, russo, inglês, espanhol e português.
O Festival Encontros terminará, mais uma vez, em grande!

DANÇA

6 MAIO | 19H00 – 20H00 | WORKSHOP DE KUDAFRO COM BLAYA (KUDURO AFROHOUSE URBAN MOVES) | PALCO ENCONTROS
Blaya Rodrigues não necessita de muitas apresentações… Ela é vocalista e bailarina dos Buraca Som Sistema e professora de kuduro. Desde criança que tem a dança no seu corpo. Blaya já viajou e pisou vários palcos pelo Mundo tendo a oportunidade de mostrar a sua dança a milhares de pessoas. Pisará o palco do Festival Encontros para ensinar os presentes a dançar Kudafro. Tragam roupa e sapatos confortáveis pois ela ensinará vários passos de dança da cintura para baixo.

7 MAIO | 17H00 | GRUPO DE DANÇA ANGOLANA “OS PACIFICADORES” DO CENTRO SOCIAL BOM SAMARITANO | DANÇA TRADICIONAL ANGOLANA | PALCO ENCONTROS
Deixe-se contagiar por este fantástico grupo de dança tradicional angolana que transborda ritmo, cor e música.

7 MAIO | 17H30 | CHAPULINES – GRUPO FOLCLÓRICO MEXICANO EM PORTUGAL | DANÇAS TRADICIONAIS MEXICANAS | PALCO ENCONTROS
Chapulines é um grupo folclórico mexicano sediado em Portugal. Foi fundado com o intuito de divulgar a cultura mexicana, assim como os seus trajes típicos e a sua música.

7 MAIO | 18H00 | DANÇAS DA MIORITA – ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS IMIGRANTES MOLDAVOS | DANÇAS TRADICIONAIS MOLDAVAS | PALCO ENCONTROS
MIORITA – Associação Cultural dos Imigrantes Moldavos foi registada em 1 de junho de 2006 como uma associação que tem por objetivo manter as tradições, língua e história da República Moldova e transmitir aos descendentes estas riquezas espirituais. Está sediada no Concelho do Barreiro. É uma das associações que, em parceria com a Câmara Municipal do Barreiro, organiza o VII Festival Encontros. Nesta apresentação mostram-nos as danças típicas da Moldávia.

DOCUMENTÁRIOS

Desde o ano transato que a CMB, em parceria com as associações de imigrantes, realiza dois documentários com famílias de imigrantes residentes no nosso Concelho. Nestes documentários são registados hábitos, costumes e rotinas de cada elemento da família. Em 2015, os documentários foram realizados com uma família moldava e uma angolana – “Canto Santo / Uma Casa Diferente” e “A Minha Pátria”, respetivamente. Em 2016, registaram-se os hábitos de uma família moçambicana e outra guineense, com os títulos “Capulana” e “O meu País é o meu País”.

6 MAIO | 21H00 |APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS 2016 | SALA MULTIATIVIDADES – CLDS
7 MAIO DAS 17H00 ÀS 00H00 | 8 MAIO DAS 13H00 ÀS 17H00| CICLO DE DOCUMENTÁRIOS | CASA-MÃE DO FESTIVAL 

ENCONTROS

“Capulana” | Juliana nasceu em Moçambique. Mulher nascida numa tribo tradicional, movida pelo amor à educação, escutou o chamamento do ensino. A vida colocou-a perante o marido, português, a viver no seu país. Tiveram filhos, vieram para Portugal e cá seguiram a sua vida. Ao trabalho com idosos, Juliana somou o seu amor de sempre: a escola, com os jovens. Hoje, de escola em escola, Juliana cativa as crianças com as suas histórias, cuja moral sensibiliza miúdos e graúdos. | Produção CMB 2016

“O meu País é o meu País” | Naturais da Guiné, Antonieta e Ricardo imigraram para Portugal à procura de uma vida melhor. Aqui encontraram o amor e constituíram uma família. Estão agradecidos pelas oportunidades, mas não esquecem as suas raízes. Os pratos típicos, à mesa todas as semanas, os dialetos, a dança. A cultura guineense enche-lhes o coração e vai ajudando a superar as saudades. Sonham, um dia, com o retorno a África e ao País que os viu nascer.| Produção CMB 2016

7 MAIO DAS 17H00 ÀS 00H00 E 8 MAIO DAS 13H00 S 17H00 | CICLO DE DOCUMENTÁRIOS | CASA-MÃE DO FESTIVAL 

ENCONTROS

“A Minha Pátria” | João e Helena, naturais de Angola, imigraram para Portugal ainda em crianças. É no nosso País que têm vivido toda a vida, que trabalham, que casaram e onde estão a criar os filhos. Mas a cultura angolana – na gastronomia, na música, nos trajes… – está presente nas suas vidas e na sua casa. David e Sofia não conhecem a terra natal dos pais, mas aceitam, gostam e adaptam à sua maneira de estar e de ser o que lhes é transmitido da cultura angolana. | Produção CMB 2015

“Canto Santo /Uma casa diferente” | Rodica e Viorel imigraram para Portugal. Somaram amor, dividiram responsabilidades. Nasceu a Madalena e decidiram ficar por cá, em Portugal, onde os sonhos de uma vida melhor, aos poucos, se tornam realidade. Mas não esquecem as origens. E as saudades. A casa de ambos reflete a cultura moldava, em cada objeto, em cada livro. E há um canto, que é Santo. Rodica e Viorel escolheram São Miguel para cumprir o papel de protetor e trazer sorte às suas vidas. E assim tem sido! | Produção CMB 2015

PROGRAMAÇÃO INFANTIL

7 MAIO | 17H30 | ENCONTROS – DANÇA CRIATIVA INFANTIL| LARGO DAS ARTES
Através da nossa cultura, através da música tradicional portuguesa, transformamos o encontro assente num movimento e ritmo visto de outro prisma. As músicas tradicionais são abordadas com outra cadência, assim como a dança é aplicada em forma de construção e desconstrução. Neste espaço experienciamos as melodias que nos são familiares desde a nascença num novo conceito, conjugando os passos com sequências tradicionais já criadas. Para maiores de 3 anos.

DEBATE

7 MAIO | 15H00 | DEBATE ”LEGALIZAÇÃO“ | SALA MULTIATIVIDADES DO CLDS
Um dos momentos altos deste Festival é o debate, pois é neste espaço que se esclarecem dúvidas relacionadas com a imigração. Este ano, o tema escolhido prende-se com as questões da legalização de imigrantes, abrangendo quatro grandes áreas: Segurança Social; SFE; Saúde e Educação. Desta forma, as associações obtêm mais informações que as ajudas diariamente no trabalho desenvolvido com as suas comunidades.

Exposição

Esta exposição coletiva, é uma mostra de várias técnicas e trabalhos oriundos de diversos países. Todos os artistas aqui apresentados são residentes em Portugal, mas continuam a transmitir as suas raízes nas suas obras.
Teremos ainda alguns trabalhos de Malangatana expostos, pois são espólio da Câmara Municipal do Barreiro.
Este espaço dedicado à arte é mais um sítio a visitar do Festival Encontros.

CICLO DE CINEMA

7 MAIO |18H00 | MEDITERRÂNEA DE JONAS CARPIGNANO | SALA MULTIATIVIDADES DO CLDS
Depois de deixarem o Burkina Faso, os jovens Ayiva e Abas (Koudous Seihon e Alassane Sy, respetivamente) fazem uma longa viagem pelo deserto, atravessam o mar Mediterrâneo num pequeno barco e chegam à pequena cidade de Rosarno, em Itália. Cheios de sonhos e esperança no futuro, ambos esperam poder encontrar um emprego que lhes permita viver e ajudar as famílias que deixaram para trás. Mas, ao contrário do que poderiam supor, o que os espera é um trabalho duríssimo nos laranjais italianos, péssimas condições de habitação e uma enorme hostilidade dos gangues e da comunidade local…
Apresentado no Festival de Cinema de Cannes, marca a estreia na realização da longa-metragem do italo-americano Jonas Carpignano, autor da curta “A Chjàna” (2011), vencedora do Prémio Controcampo Italiano para melhor curta-metragem no Festival Internacional de Veneza.
Italy | France | USA | Germany – 2015 – cor´ M/12 – 107’

7 MAIO | 19H30 | CICLO DE CURTAS-METRAGENS – CRICKETERS EM LISBOA; MECNUN AND DUST; ASFAR | SALA 

MULTIATIVIDADES DO CLDS

Isabel Teixeira é uma documentarista natural do Barreiro fascinada pela multiculturalidade e os cruzamentos culturais. “Cricketers em Lisboa” aborda a comunidade de paquistaneses e indianos radicados em Portugal que, todas as semanas, se reúnem no Parque Eduardo VII, em Lisboa, para jogarem cricket, apesar da rivalidade que existe entre ambos os países. Por sua vez, “Produção Etnográfica Visual” é um ensaio à volta das relações e movimentos que se verificam numa igreja em Lisboa. Realização: Isabel Teixeira.

As curtas-metragens “Mecnun and Dust” e “Asfar” são dois trabalhos coletivos realizados durante o projeto “Minha vida é um filme”, projeto este decorrido num intercâmbio de jovens financiados pela European Commision – Programa de aprendizagem ao Logo da Vida, da Agencia Nacional Turca. Este projeto realizou-se em Mardin, Turquia, entre os dias 1 e 10 de abril de 2013. “Mecnun and Dust” é baseado num poema curdo de Sezai Karacoc, conta com a realização de: Aleksandra Miciak (Polónia); Cansu Yalçıner (Turquia); Isabel Teixeira (Portugal); Jeroen Koffeman (Holanda) e Kim Schonewille (Holanda). “Asfar” retrata uma família de refugiados sírios a viver na fronteira da Turquia com a Síria, realizado por: Rawan Odeh (Palestina); Matilde Bellomi (Itália); Isabel Teixeira (Portugal); Hamit Samsa (Turquia); Zbigniew Drzewiecki (Polónia) e Anouk Schippers (Holanda).

TASQUINHAS

6 MAIO DAS 19H00 – 02H00 | 7 MAIO DAS 17H00 – 02H00 | 8 MAIO DAS 13H00 – 17H00
Um festival intercultural tem que ter comidas e bebidas oriundas dos vários países representados, nas 4 tasquinhas de apoio ao Festival, que são representativas de África (Associação Africana do Barreiro), Moldávia (Miorita – Associação Cultural dos Imigrantes Moldavos), Angola (Associação Angolana Residentes a Sul do Tejo) e Guiné (que contempla duas associações: Associação dos Filhos e Amigos de Bachil e a Associação dos Filhos e Amigos da Ilha das Galinhas “GHAM- ATHÉ”).
Teremos pratos típicos, desde a tradicional cachupa e grogue, oriunda de Cabo Verde, na Tasquinha da Associação Africana; à muamba de galinha, calulu de peixe, sumo de múkua (fruto seco oriundo de africa), chamuças, doce de coco e amendoim, tudo na Tasquinha de Angola; na Tasquinha da Moldávia temos dois pratos típicos, a Sarmale e Plãcinte; e ainda salgados típicos, licores e ponches vindos da Guiné. O menu (prato e bebida) custa cerca de 5€. Este é o local escolhido para se petiscar durante estes dias no Concelho do Barreiro.

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