O vereador do PSD na Câmara Municipal do Barreiro, Bruno Vitorino, exige ao executivo municipal “uma estratégia integrada” no combate ao problema dos graffitis e dos tags que assolam o concelho do Barreiro.

“Este é um problema que a maioria PS parece não querer combater a sério. O Barreiro é uma cidade feia, suja, desleixada. Sem uma ação transversal, os graffitis e tags vão continuar por toda a parte”, sublinha.

Bruno Vitorino recorda que desde 2017, sistematicamente tem feito intervenções e apresentado propostas para combater este flagelo.

“Apresentei uma proposta, ainda com o anterior executivo, que foi rejeitada por PCP e PS. Já neste mandato, apresentei outra, em maio de 2018, que foi aprovada. Mas nada aconteceu. Só há pouco tempo, por causa da minha insistência, e a muito custo, lá se avançou para a limpeza dos edifícios públicos”, acrescenta.

Não existindo uma estratégia integrada que combata este problema, o vereador social-democrata teme que a limpeza pontual que tem sido feita, como são os casos do edifico da autarquia nos Paços do Concelho e da passagem desnivelada, “seja só deitar dinheiro para a rua”.

“Alguém acredita que sem fiscalização e sem vigilância isto não volta rapidamente ao mesmo? Por isso defendo a instalação de videovigilância, como método dissuasor para esta e outras infrações à lei, bem como a Polícia Municipal, para uma fiscalização mais eficaz”, adianta.

Bruno Vitorino diz que a autarquia ao investir nestas áreas, vai poupar dinheiro ao município e aos contribuintes, evitando que depois se andem a gastar verbas para reparar o mal que é feito.

“Sem esta fiscalização, quais são as garantias que os proprietários que limpem ou pintem as fachadas têm, para que as mesmas não voltem rapidamente a ser grafitadas”, questiona.”Cabe à Câmara Municipal do Barreiro defender o seu património e os interesses dos seus munícipes. Eu vou continuar a minha guerra contra o vandalismo, os graffitis, a sujidade das paredes, os tags. Contra aquilo que dá má imagem e degrada o Barreiro. Que nada tem a ver com arte urbana, mas sim, com poluição visual, vandalismo, destruição de propriedade, quer seja pública ou privada”, afirma    

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