Bruno Vitorino quer construção de rotundas para acabar com caos no trânsito do Barreiro

O vereador do PSD na Câmara Municipal do Barreiro, Bruno Vitorino, defende a construção de duas novas rotundas no concelho. Uma na freguesia de Santo André e outra na freguesia de Palhais.

Em Santo André, o social-democrata aponta a necessidade de resolver o problema do enorme tempo de espera e da entrada em segurança dos veículos na Avenida das Forças Armadas, naquele que é conhecido como o cruzamento do LIDL.

“Esta é uma obra que iria permitir evitar muitos acidentes, sendo a mesma responsabilidade da Câmara Municipal. Tanto dinheiro que é investido em propaganda, o qual poderia ser canalizado para a resolução de problemas concretos, como este”, sublinha.

Relativamente à outra rotunda exigida por Bruno Vitorino, esta da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal, seria construída no cruzamento de quem vem de Santo António, na interseção da estrada nacional 10-3, com a estrada nacional 11-2, que liga Coina a Santo André.

Apesar de estas serem as rotundas consideradas prioritárias, Bruno Vitorino acrescenta ainda mais duas. Uma outra na freguesia de Santo André, na interseção entre a Rua Capitães de Abril (de quem vem do cruzamento do IC 21), a Rua Jornal Heraldo (onde fica localizado o Centro de Saúde) e a Rua Santo António (que faz a ligação ao Modelo).

A outra rotunda também na freguesia de Palhais, seria construída em Vale do Zebro,

“Esta decisão viria ao encontro de uma pretensão antiga, quer da Escola dos Fuzileiros, quer da população e autarcas do concelho, uma vez que a construção de uma rotunda nesta zona, iria facilitar o acesso à Mata Nacional da Machada, que é frequentada por milhares de utilizadores, principalmente crianças, bem como a entrada/saída de veículos da Escola de Fuzileiros, aumentando a segurança rodoviária”, realça.

De acordo com o Plano de Proximidade Médio Prazo 2015-2020, realizado pela Estradas de Portugal, estava prevista a construção desta rotunda a lançar em 2017, no valor de 100 mil euros. Contudo, com este Governo a obra não avançou.
“Estes são pequenos investimentos que podem resolver o caos no transito”, conclui.

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