Reunida no dia 29 de abril, em Évora, a Rede Urbana para a Competitividade e Inovação “Corredor Azul”, elegeu o Conselho Executivo da Rede para o ano de 2014. Os Municípios Vendas Novas e  de Santiago do Cacém, representado pelo Presidente da Câmara Municipal Álvaro Beijinha, irão coadjuvar  o Município de Évora (Presidente), que mantém a liderança, com vista a assegurar a continuidade da Rede no período pós financiamento.

A Rede, constituída em 2008, congrega os Município de Arraiolos, Borba, Elvas, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Santiago do Cacém, Sines, Vendas Novas e Vila Viçosa. A esta Parceria juntaram-se ainda como parceiros não executores um conjunto de entidades relevantes da Região: a ADRAL, a Administração do Porto de Sines, a CEVALOR, a Escola Superior Agrária de Elvas, o IEFP, a Fundação Alentejo, a Sociedade do Parque Industrial de Vendas Novas e a Universidade de Évora.

Em declaração conjunta os nove Municípios afirmam que “o Alentejo precisa e merece a prosperidade e o desenvolvimento. A aposta numa Região cada vez mais empreendedora e inovadora é necessária e, hoje, crescentemente assumida.

Compete aos Municípios, no âmbito das suas competências, criar condições básicas, infraestruturais e imateriais, para tornar o território mais atractivo para viver e trabalhar e empreender.”.

Este Programa Estratégico, cujo investimento elegível junto do INAlentejo orçou cerca de 8 milhões de euros em FEDER, contemplou para além de diversos projectos individuais de qualificação do território, três projectos conjuntos de resposta integrada ao nível da atracção de residentes, atracção de investimento e fomento do empreendedorismo nas escolas.

Independentemente das Redes Urbanas para a Competitividade (RUCI) continuarem a ser um instrumento de política pública no próximo período de programação de fundos da União Europeia, entendem os Município do Corredor Azul que os domínios estratégicos oportunamente definidos para a rede continuam a justificar a cooperação.

O Conselho Executivo que agora entra em funções terá como principal missão ”o desenho da estratégia a prosseguir pela Parceria até 2020, tendo em conta os instrumentos de política pública e o quadro de financiamento previstos para a Região, mas sendo mais ambiciosa do que o mero enquadramento de projectos financiáveis.

Pretende-se a afirmação do território abrangido pela Rede enquanto território com condições ímpares para viver e trabalhar, capacitando-o do ponto de vista das infra estruturas e das amenidades, dinamizando e diversificando a sua base económica e promovendo na sua população e entidades capacidades de inovação e de empreendedorismo.”

Inicia-se agora um novo ciclo que irá ter em conta “as lições desta fase de formação e funcionamento da Rede, consolidando parcerias e rotinas de trabalho e apostando na cooperação como factor de competitividade territorial.”.

 

 

Fonte:CMAS

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