A Câmara Municipal do Seixal exige ao Governo que dê início à construção da 2.ª e 3.ª fases de implementação do Metro Sul do Tejo (MST). Desta forma, a autarquia, em conjunto com as Juntas de Freguesia de Amora e Corroios, bem como com a Comissão de Utentes dos Transportes do Concelho do Seixal vão estar na próxima terça-feira, dia 11 de julho, às 12 horas, na EN10, junto aos Armazéns Dona Erago, como forma de alertar para a necessidade urgente de consolidação das restantes fases de desenvolvimento deste meio de transporte.

O primeiro troço do MST entrou em funcionamento a 30 de abril de 2007, ligando Corroios, no concelho do Seixal, à Cova da Piedade, no concelho de Almada, num troço com 4 Km. Só em novembro de 2008 ficou concluída a primeira fase da infraestrutura, com 3 linhas a funcionar, numa extensão de 13,5 km, abrangendo interfaces de transportes públicos, zonas comerciais, universidades e áreas de grande densidade populacional.

É agora urgente que se concretize a 2.ª e a 3.ª fase, que ligará os quatro concelhos: Almada, Seixal, Barreiro e Moita (Baixa da Banheira). A conclusão destas fases do MST trará mais qualidade de vida aos cidadãos por ser um meio de transporte confortável, seguro e rápido. Mas mais que isso, o MST traz também menos ruído e melhor qualidade do ar, contribuindo assim para um melhor ambiente. Para além de tudo isto, é um impulso à melhoria das condições globais da economia desta área e como tal um fator de atração de investimento e de fixação de pessoas.

Este projeto foi pensado há mais de 30 anos, sendo desejado pelas populações e autarquias da Margem Sul como um meio de transporte unificador do Arco Ribeirinho Sul, que permitiria unir os concelhos do Seixal, Almada, Barreiro e Moita.

 

O MST transporta por dia, em média, cerca de 32 mil pessoas entre os concelhos de Almada e Seixal, ligando a universidade da Caparica, Cacilhas e Corroios. A ligação entre os concelhos do Seixal e Barreiro está prevista na 3.ª fase do projeto do Metro Sul do Tejo, através de uma nova ponte ferroviária a construir.

 

Na sequência de um concurso público internacional, foi atribuída à MTS – Metro Transportes do Sul, S.A., em regime de concessão de serviço público, a adjudicação do projeto, da construção, do fornecimento de equipamentos e de material circulante, do financiamento, da exploração, manutenção e conservação da Rede de Metropolitano Ligeiro da Margem Sul do Tejo, sendo portanto da responsabilidade do Governo prosseguir com as obras da 2.ª e 3.ª fases deste meio de transporte.

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