O deputado do CDS-PP Nuno Magalhães questionou o Ministério da Educação sobre a falta de funcionários não docentes na Escola Secundária de Pinhal Novo, em Palmela.

 

Numa pergunta, também subscrita por Ana Rita Bessa, os deputados querem que o Ministro da Educação confirme a falta de funcionários não docentes na Escola Secundária de Pinhal Novo, em Palmela, que coloca em causa a segurança e higiene desta comunidade escolar, e se sim, desde quando e que medidas tomou, ou tenciona tomar, para que a normalidade regresse à escola.

 

No seguimento da autorização, dada já em novembro de 2016, para a contratação de novos assistentes operacionais, quantos vão ser integrados na Escola Secundária de Pinhal Novo, questionam ainda os deputados do CDS-PP.

 

A Escola Secundária de Pinhal Novo, em Palmela, enfrenta um problema de falta de pessoal não docente, cuja resolução urge encontrar para bem de toda a comunidade escolar.

 

Pais, encarregados de educação e alunos da Escola Secundária de Pinhal Novo queixam-se de más condições na escola devido à falta de assistentes técnicos e de assistentes operacionais, o que tem levado ao encerramento do bar, da secretaria, da biblioteca e de casas de banhos.

 

Além da falta de higiene causada pelo insuficiente número de auxiliares educativos, também o controlo do recinto escolar nos intervalos entre as aulas está comprometido, situação que leva ao aumento da insegurança na escola, que foi alvo de obras de requalificação concluídas em 2015, tendo atualmente uma capacidade para 1600 alunos e 66 turmas.

 

Segundo a Associação de Pais e Alunos da Escola Secundária de Pinhal Novo, dos 19 funcionários, nove encontram-se de baixa, razão pela qual pais e alunos viram-se na necessidade de encerrar o estabelecimento de ensino em protesto.

 

Apesar das várias promessas do Governo – e de estar assegurado no Orçamento de Estado para 2017 a contratação de mais 300 assistentes operacionais –, a falta de funcionários repete-se por várias escolas de norte a sul do País e chegamos ao fim do ano letivo com um número insuficiente de recursos humanos para cobrir as carências com pessoal não docente.

 

 

Partilhe esta notícia