Os deputados do CDS Nuno Magalhães e Hélder Amaral questionaram a Ministra da Administração Interna sobre a segurança rodoviária na Ponte 25 de Abril.

 

Nuno Magalhães e Hélder Amaral querem saber, de acordo com relatórios e estudos da Associação Nacional de Segurança Rodoviária, se a Ministra considera que os meios disponíveis para o socorro em caso de acidente no tabuleiro da Ponte 25 de Abril, são suficientes e adequados para dar uma resposta rápida, eficaz e capaz.

 

Os deputados do CDS questionam ainda se a responsável pela pasta da administração interna entende que a estrutura do tabuleiro e sua sinalização são adequadas e estão em conformidade com as normas de segurança daquele troço e com as regras de trânsito em vigor e, finalmente, se o Ministério da Administração Interna considera, ou não, que a existência de aberturas no rail do separador central do longo do tabuleiro da ponte, poderia auxiliar na prestação de socorro em caso de acidente no que respeita ao escoamento do trânsito.

 

A Ponte 25 de Abril faz a travessia entre a margem sul e a margem norte do rio Tejo, nas localidades do Pragal em Almada e Alcântara em Lisboa respetivamente, sendo atravessada diariamente por milhares de veículos muitos deles em movimentos pendulares.

 

A respetiva travessia rodoviária do Tejo tem a maior importância e relevo ao nível da mobilidade não só na grande região de Lisboa, mas também de todos os empresários que usam o Tejo como via para as exportações nacionais, que tanto contribuem para a dinâmica económica do país.

 

Por ser atravessada por veículos ligeiros e pesados de mercadorias e de passageiros, requer em termos de segurança rodoviária uma vigilância redobrada tal como uma sinalização adequada com a finalidade dirimir em tempo útil quaisquer constrangimento ou anomalia que possam colocar em causa ou em risco o normal funcionamento da circulação rodoviária.

 

Em caso de acidente ou incidente, a mesma requer a necessidade de meios adequados específicos e atempados à sua resolução com o menor prejuízo possível quer em termos de danos físicos e materiais quer em termos do desimpedimento e desobstrução das vias de circulação.