O ato público de assinatura da consignação da empreitada de construção do “Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes – CIRAE” teve lugar no dia 3 de julho e marcou o arranque da obra desta nova infraestrutura que terá um prazo de execução de cinco meses.

O CIRAE ficará localizado junto ao Mercado Abastecedor do Barreiro, na Quinta das Rebelas.

A obra, adjudicada à empresa construtora “Betonit”, pelo valor de 267.407,12€, surge na sequência do Protocolo de Cooperação celebrado entre os Municípios do Barreiro e da Moita, no início deste ano, fruto da necessidade de melhoria e alargamento das atuais instalações dos Centros de Recolha de Animais Errantes dos dois municípios.

Na ocasião, os Presidentes das autarquias do Barreiro e Moita, Carlos Humberto de Carvalho e Rui Garcia, respetivamente, estavam visivelmente satisfeitos pelo trabalho alcançado.

A falta de condições existentes nos atuais centros de recolha de animais errantes do Barreiro e da Moita originou, segundo Carlos Humberto de Carvalho esta parceria intermunicipal.

Quando o CIRAE estiver em pleno funcionamento Carlos Humberto de Carvalho acredita que este “irá permitir melhores condições para os animais e de trabalho para os seus funcionários”.

Relativamente ao local de implantação do CIRAE, considera-o bem escolhido, uma vez que fica fora da área urbana. A finalizar a intervenção, agradeceu aos trabalhadores das duas autarquias envolvidos no projeto e, especialmente, àqueles que diariamente asseguram o funcionamento do atual Centro, muitas vezes sem as melhores condições de trabalho.

Por sua vez, Rui Garcia classificou este projeto como “um bom exemplo do que é a cooperação intermunicipal”. Em relação à sua localização, considera-a de fácil acesso aos dois municípios vizinhos.

Este Centro constitui para o Presidente do Município da Moita um importante passo para os dois municípios, no que respeita à questão ambiental, proporcionando melhores condições aos animais abandonados.

Saliente-se que o CIRAE-BM irá contemplar 33 boxes para cães, três celas de quarentena, um gatil, três gabinetes de trabalho (sendo um deles para o veterinário), copa, sala de tosquias e eutanásias, instalações sanitárias e armazém.

Quanto ao ruído produzido pelos animais será atenuado pela vegetação que ficará colocada junto ao edifício.

De referir que as despesas de construção e todos os encargos resultantes do Protocolo irão obedecer a uma repartição de 60% para o Município do Barreiro e de 40% para o Município da Moita.

Na ocasião, marcaram, ainda, presença, os vereadores das duas autarquias Sofia Martins, Sónia Lobo e Miguel Canudo, membros da equipa técnica (dos dois municípios) e um representante da empresa construtura.

 

CMB

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