Os candidatos da Coligação Portugal à Frente acusam a oposição de mentir constantemente sobre o futuro dos hospitais do distrito de Setúbal, com o objetivo de assustarem a população.

No âmbito de uma visita ao Hospital do Barreiro, Bruno Vitorino afirmou que “mais uma vez foram dadas garantias de que nenhum serviço irá fechar. Nem a maternidade, nem as urgências pediátricas”.

O candidato lamenta que “quem lança estas suspeições não venha agora reconhecer o trabalho feito por esta administração e pelo investimento feito pelo Governo não só no Hospital do Barreiro, como nos restantes hospitais da península de Setúbal”.

Bruno Vitorino dá como exemplo as obras feitas nas urgências no Hospital do Barreiro, nomeadamente no SO, permitem aumentar significativamente o número de doentes em observação, bem como reforçar a segurança dos utentes e dos profissionais de saúde, melhorando significativamente este espaço.

“A juntar às novas obras que foram feitas, apesar do difícil período económico em que o país de encontra, como são os casos do Centro de Saúde de Santo António da Charneca e a Unidade de Saúde Familiar da Verderena (Barreiro) e do Centro de Saúde da Quinta do Conde (Sesimbra), bem como muitas outras em hospitais e centros de saúde. Importa ainda destacar o aumento de capital feito pelo Governo em vários hospitais permitindo assim manter o equilíbrio financeiro e garantir a qualidade do serviço de saúde prestado aos utentes”, acrescentou.

O candidato pelo PSD nas listas da Coligação recordou que no Hospital do Barreiro, “apesar de todas as dificuldades, conseguiu-se assumir as responsabilidades, diminuindo progressivamente o passivo em três anos, que passou de 37,7 milhões de euros no final de 2012, para já este ano ficar nos 6,1 milhões de euros. Nunca houve uma redução de passivo tão grande ao nível da saúde, especialmente numa época de grave crise financeira”.

“Herdámos um hospital falido, sem dinheiro para comprar medicamentos. Mas neste momento, o hospital já tem capacidade de contratar profissionais e fazer investimentos para melhorar serviços, como a urgência”, conclui.

Partilhe esta notícia