Momento-chave na história do Município de Santiago do Cacém. A entrada em vigor do novo Plano Diretor Municipal (PDM), no dia 20 de fevereiro, constitui um passo decisivo na rota da modernidade e das oportunidades, quer na atratividade de negócios, de empresas e de pessoas, como também na gestão autárquica e na regulação e ordenamento de todo o território nas próximas décadas.

 

Santiago do Cacém é um dos poucos municípios, no Alentejo, a colocar-se na linha da frente com um PDM de nova geração, o que é “bastante importante ao nível da competitividade dos territórios, naquilo que são as possíveis opções de investimentos para quem quer apostar nesta zona do país”, destaca Álvaro Beijinha, Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, que fala mesmo de “um novo capítulo da vida do nosso Município” e de “um plano absolutamente estratégico para as próximas décadas, naquilo que são as opções de desenvolvimento do nosso Município”.

 

“Estamos a falar de um Plano que vai regular a vida de todo o nosso território. Foi um processo longo, complexo, como infelizmente são os planos de ordenamento do território em Portugal. Tivemos de ultrapassar muitas barreiras, muitas mesmo, mas finalmente conseguimos concluir”, congratula-se o Presidente da CMSC. “Será seguramente uma ferramenta imprescindível, tanto para a gestão autárquica, como para qualquer cidadão / munícipe que cá viva, e fundamentalmente, também, para aqueles que querem vir para cá, ou seja, este PDM é um instrumento de atração de pessoas para o nosso Município”.

 

Este avanço na gestão territorial “salvaguarda um conjunto de premissas que, para nós, são essenciais, como a preservação da natureza e do património, e a preservação da qualidade de vida que nós temos no nosso território – mas é também, em simultâneo, um PDM que traz um conjunto de novidades que permitem, de uma forma muito mais aberta, o acolhimento de empresas, de novos negócios e o acolhimento de pessoas, pois os investimentos nas áreas empresariais são geradores de emprego e as pessoas vão para onde há emprego”, sublinha Álvaro Beijinha.

 

Para quem possa estar menos familiarizado com a abrangência de um PDM, “estamos a falar das vias ferroviárias, das vias rodoviárias, das zonas urbanas, do desenvolvimento rural, dos parques empresariais, da qualidade ambiental, das praias, do turismo, de tudo aquilo que se passa dentro do nosso Município, que, do ponto de vista legal, no âmbito do ordenamento do território, tem de ter regras”, esclarece o Presidente da CMSC. “Nós, hoje, temos regras adaptadas à realidade. O PDM que é revogado, com a entrada em vigor do novo, é um plano de 1993, que foi construído nos anos 80. Estamos a falar de uma conceção de ordenamento do território com cerca de 30 anos, durante os quais o país evoluiu muito e, felizmente, o nosso Município também”.

 

Álvaro Beijinha evidencia a modernidade do PDM agora em vigor e fala da importância de “ter um instrumento novo, que se adapte ao presente e que perspetive o futuro. Estamos francamente satisfeitos”, até porque este Plano “foi elaborado por um conjunto de grandes técnicos nas diferentes áreas” e foi alvo de “um processo amplamente discutido com a população, em todas as freguesias, com as empresas, com o movimento associativo, com a sociedade do nosso Município de uma forma geral”.

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