O Instituto de Emprego e Formação Profissional e a Baía do Tejo vão ceder 20 espaços para 20 novas empresas de diversas áreas de atividade.

O projeto foi formalizado esta quarta-feira, através da assinatura de um protocolo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Baía do Tejo.

Jacinto Pereira enalteceu a “relevância” de o protocolo para a empresa do universo Parpública, “não só pela dimensão”, mas também porque o acordo é “mais uma etapa na concretização das linhas orientadoras traçadas pela administração”.

“Permitir que novos projetos empresariais tenham a oportunidade de se instalar em espaços de qualidade e em condições preferenciais é um contributo que todos devemos dar para promover o empreendedorismo, o espirito de iniciativa e a consolidação do tecido empresarial da nossa região”, defendeu Jacinto Pereira.

Já Jorge Gaspar, presidente do Conselho Diretivo do IEFP, destacou que o projeto “vai permitir que jovens e trabalhadores desempregados que pretendam criar o seu emprego, desenvolver o seu negócio e abrir a sua emprega ao abrigo do quadro de apoios do IEFP possam instalar-se na Baía do Tejo”, reiterando que o protocolo é “um plus que o IEFP coloca à disposição dos cidadãos para além de os instrumentos que já existem no quadro de apoios da instituição”.

Para o responsável do IEFP, esta é uma “oportunidade única”, uma vez que permite, do ponto de vista do Networking e das relações pessoais e profissionais, que os negócios atinjam outra dimensão.

Jorge Gaspar sublinhou, ainda, que “algumas das grandes empresas, muitas das médias empresas e muitíssimas das micro e pequenas empresas muito conhecidas em Portugal tiveram origem, exatamente, em projetos de apoio ao empreendedorismo”, o que revela que “tudo tem um princípio” e que esse princípio deve ser “acautelado e acarinhado”.

O presidente do Conselho de Administração da Baía do Tejo recordou que quando esta Administração tomou posse foi delineado um plano com vista à “re-dinamização da atividade económica nos Parques Empresariais Baía do Tejo” e, desde então, têm procurado “melhorar continuamente as condições oferecidas aos clientes”, tornando, assim, os parques empresariais da Baía do Tejo “cada vez mais apetecíveis para atrair novas empresas, mais investimento e criar mais emprego”.

Atualmente, a Baía do Tejo está, de acordo com o seu responsável, capacitada para “acolher todas as empresas, não importando a sua área da atividade e/ou a sua dimensão”. Para este objetivo, contribuiu, profundamente, a criação do Business Center que veio “suprir uma lacuna que a empresa tinha no seu portfólio de oferta” e permitir que a organização trabalhe com outros segmentos de mercado, “até aqui inexplorados”.

A aproximação entre a academia e as empresas é outro de os desígnios da atual administração, para tal a empresa do universo Parpública tem assinado protocolos com múltiplas instituições de ensino superior e já conseguiu que a Escola Profissional Bento Jesus Caraça mudasse as suas instalações para o Parque Empresarial do Barreiro.

Em relação às obras da Avenida das Nacionalizações que vão arrancar esta semana, Jacinto Pereira afiançou que as obras “vão transformar, para melhor, todo o acesso nascente ao Parque Empresarial do Barreiro, facilitando a circulação naquela zona a toda a população”.

Partilhe esta notícia