O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu mais uma patente de produto à Sapec, que consiste numa nova apresentação da mistura de dois inseticidas – imidaclopride e lambda-cialotrina.

Com forte eficácia contra pragas em culturas de batata, tomate, pomóideas, prunóideas e alface, a solução inseticida produzida pela Sapec revela, de acordo com a empresa, “grande eficiência e tem diferentes utilizações no mercado europeu”. “Esta formulação inovadora conjuga uma rápida proteção com uma longa persistência de atuação”, acrescentam.

Para Luís Teixeira, Diretor do Departamento de Propriedade Intelectual, “este é mais um fortíssimo contributo do Agro Business Sapec, em termos de know-how e de investimento em inovação e desenvolvimento, para o mundo agrícola”. Com esta patente reconhecida, salienta o responsável, “este grupo reforça a sua liderança na confirmação de pedidos de patente”.

Este produto está a ser comercializado há cerca de um ano em Portugal, sob as marcas Judo Combi e Fortis Combi, estando prevista a sua introdução nos mercados de Espanha, Itália, França e Grécia a partir de 2015.

Na base da patente agora concedida está “a combinação dos dois inseticidas através de uma formulação fitofarmacêutica na forma de uma suspensão aquosa estável de microcápsulas e partículas sólidas (formulação ZC), que, além da sua elevada eficácia, tem baixos níveis de toxicidade e respeita altos padrões de segurança para o operador agrícola”.

A última patente concedida à Sapec Agro Business ocorreu há três meses e consiste numa composição fungicida sinérgica para o controlo do míldio nas culturas da batateira, tomateiro e alface.

O Grupo Sapec investe anualmente “5% do seu volume de negócios no esforço de inovação e regulamentar”, procurando oferecer continuamente soluções diferenciadas que constituam ganhos efetivos para o agricultor e a agricultura.

Líder nacional incontestado, a Sapec detém 32% de participação do mercado fitofarmacêutico em Portugal e ocupa a terceira posição no ranking ibérico global. As filiais europeias da empresa, a operar em Espanha, França e Itália, pretendem “disponibilizar aos respetivos mercados estas e outras soluções inovadoras em prol de uma agricultura cada vez mais competitiva e sustentável”, reforçando desta forma o cariz exportador da empresa, que hoje “já ascende a mais de 70% do seu volume de negócios no setor da proteção de culturas”.

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