Nos próximos dias 26 e 27 de maio, realiza-se, em Peniche, o 23º Congresso Nacional da Juventude Popular (JP), que contará com a presença e participação de vários militantes barreirenses.

 

A JP Barreiro, em conjunto com as estruturas concelhias de Almada, Montijo e Seixal, levará o problema das ligações fluviais e da mobilidade na margem sul do Tejo aos órgãos nacionais da JP, através de uma Moção de Estratégia Sectorial, com o título “Margem do Sul do Tejo: uma questão de mobilidade”.

 

“A mobilidade deve ser encarada como uma prioridade e pensada como um todo e não caso a caso, concelho a concelho, transporte a transporte e é isso que queremos transmitir com a nossa moção”, disse o líder da estrutura barreirense, Hélder Leal Rodrigues.

 

“Damos natural destaque ao problema que nos afecta directamente – e diariamente –  e por isso não podíamos deixar de contar com as restantes concelhias da margem sul do Tejo, a quem não posso deixar de agradecer publicamente, representando assim perto de 6% da população portuguesa, mas o nosso principal objectivo é que a discussão da mobilidade atravesse as fronteiras dos nossos concelhos e seja encarada como uma prioridade nacional”,  referiu o Presidente da JP Barreiro, explicando “não exigimos, porque não seria justo, um favorecimento da margem sul do Tejo e do transporte fluvial. Não queremos, apenas, continuar a ser o parente pobre da mobilidade”.

 

Para José Coutinho, Presidente da JP Almada, “é com muito gosto que a JP Almada subscreve a moção apresentada pela JP Barreiro”. Segundo o líder da estrutura almadense, “subscrevemo-la porque nela estão realmente espelhados os problemas da mobilidade da margem sul, subscrevemo-la porque este estado de desgraça tem que mudar, subscrevemo-la porque esta parcela tão significativa da população merece muito mais. Os habitantes da margem sul não são de segunda e merecem muito mais do que ficar a ver os navios que na realidade não existem porque foram suprimidos”.

 

O Congresso Nacional da JP realiza-se de dois em dois anos e irá eleger os novos órgãos nacionais para o biénio.

Partilhe esta notícia