A Tomada de Posse dos Membros do Conselho Municipal do Associativismo teve lugar na noite de 29 de maio, na sala de sessões dos Paços do Concelho. Dando resposta ao convite da Câmara Municipal do Barreiro, a Assembleia Municipal, as Uniões de Freguesia e Junta de Freguesia e as Associações do Concelho, indicaram os seus representantes neste Conselho Municipal do Associativismo.

O Conselho Municipal do Associativismo foi instituído pela Câmara Municipal do Barreiro através da deliberação nº509/08, aprovado por unanimidade, no dia 02 de Julho de 2008 (com atualização da sua composição na deliberação n.º 323/14 a 05 de Novembro de 2014) e é, atualmente, constituído pelos seguintes cidadãos:

Carlos Humberto de Carvalho, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro (CMB); Regina Janeiro, Vereadora com responsabilidades delegadas na área do Associativismo e Lurdes Lopes, chefe da Divisão de Promoção Cultural da CMB. Cidadãos condecorados com o Galardão “Barreiro Reconhecido” na área do Associativismo – Alfredo Joaquim Gonçalves; António de Jesus Sousa Pereira; Artur José Simões Martins; Hilário de Jesus Oliveira Moreira; José Manuel Dourado Mendes. Representantes designados pelo Movimento Associativo – Agostinho Amaral Cortez Lourenço; António Lourenço Bordalo; Arnaldo Manuel Pascoal; Eduardo Osvaldo Louro da Silva Correia; Flávio Alves Lopes; Henrique Augusto Freire Santos Augusto Cerqueira; João Luís Reis Encarnação; Manuel do Nascimento Batista; Manuel João Alcaria Pereira; Maria Fernanda Pimentel Ferreira dos Santos Sequeira Ventura; Nuno Miguel Fialho Santos Ferreira; Nuno Miguel Ribeiro Silva; Paulo Alexandre da Silva Batista; Rui Manuel Santos Machado; Susana Cristina de Campos Pinto; Vitor Bento Munhão; Representante indicado pela Associação das Coletividades do Concelho do Barreiro – Daniel João Rocha Ventura. Representante indicado pela União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena – Jaime Valente Matias. Representante indicado pela União de Freguesias do Barreiro e Lavradio – Maria Margarida Brás de Oliveira Graça. Representante indicado pela União de Freguesias de Palhais e Coina – Luís Jorge Arcadinho da Silva. Representante indicado pela Junta de Freguesia de Santo António da Charneca – Rogélia Maria Morais Cardoso Tavares da Costa. Representantes indicados pela Assembleia Municipal – Amílcar dos Santos Romano; André Filipe Soares da Silva Antunes; Vitor Manuel Batista Ribeiro dos Santos e Vítor Sérgio de Castro Nunes.
Refira-se que os cidadãos que não puderam estar presentes, irão tomar posse oportunamente.

Porque se reconhece que o M.A. (Movimento Associativo) do Barreiro promove uma acão positiva no desenvolvimento do Concelho do Barreiro, porque se salienta que o mesmo tem a sua génese em práticas centenárias e porque a Câmara perspetiva a sua relação com o Movimento Associativo enquadrada numa ótica permanente de concretização de parcerias e desenvolvimento de ações conjuntas, ao serviço da comunidade barreirense, torna-se essencial criar espaços de debate, fóruns de reflexão permanente sobre a vida associativa e o associativismo.

Esta certeza foi evidenciada por Regina Janeiro que, para além de desejar um bom mandato a todos quantos integram agora este Conselho Municipal, alertou os seus membros para a primeira reunião formal deste Órgão consultivo a realizar durante o próximo mês de setembro. Chamou a atenção dos presentes para os documentos distribuídos, de entre os quais o revisto «Programa de Apoio ao Associativismo» e deixou o repto para que possam contribuir com propostas para a ordem de trabalhos do próximo encontro.

Carlos Humberto de Carvalho sublinhou a sua convicção profunda sobre o papel que o Movimento Associativo tem tido, desde sempre, no Concelho.

“Este Órgão representa grande parte das associações existentes” disse o Presidente, recordando a longevidade do Barreiro enquanto Concelho, em primeiro lugar ligado à produção moageira, aos Descobrimentos, à cortiça, à ferrovia e depois à química e à metalúrgica. “O Barreiro sempre foi uma terra onde as pessoas se juntaram para resolver os seus problemas, ou para, simplesmente, fazerem coisas em conjunto. Ou coisas que nos interessam, ou coisas das quais necessitamos”. Desta forma, e por causa desta ‘tradição’ Carlos Humberto de Carvalho referiu que o M.A. marcou a vida do Concelho e a sua própria vida pessoal “muito do que sou hoje, é fruto da minha participação cívica na vida associativa do Concelho” confidenciou acrescentando que, se tamos características que nos distinguem de outros concelho, o Movimento Associativo é uma delas. A terminar, agradeceu a todos aqueles que em 150 anos conseguiram construir o M.A. tal como hoje o conhecemos.

CMB

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