Não fosse o desaparecimento físico do Líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, estaria hoje a escrever sobre o Orçamento de esquerda que a “Geringonça” prepara ao País – o segundo desta Legislatura – uma vez mais, aumento de impostos – tabaco, álcool, produtos petrolíferos, automóvel e o abrandamento no investimento público. Para não esquecer as novidades em matéria de impostos – património e bebidas açucaradas. Também não comento o aumento das pensões altas, com claro aumento da despesa para o baixo crescimento previsto pelo Governo. Segue-se factura “pesada” para as próximas gerações? O futuro dar-nos-á a resposta.
Para não parecer desumano, não vou escrever sobre os níveis de popularidade que grassam ao PS, nos dias de hoje que podia dispensar os parceiros de Governo e o podiam fazer soletrar, “maioria absoluta”. Para não falar do folhetim CGD, que para algumas coisas interessa ser pública – no acesso a financiamento dos contribuintes e privada para outras – na tentativa de justificar os proibitivos e maga salários, para a nossa realidade, que se pagam aos seus administradores que tentam furtar-se ao dever de transparência ao escrutínio do Tribunal Constitucional.
Fidel Castro, merece uma homenagem sentida e merecida. Afinal foi uma das grandes figuras do Século XX, como Mandela, Ronald Reagan ou João Paulo II. Apesar de ter sido bastante controverso – os “imperialistas” chamavam-no de “ditador tirano”, “El Comadante” foi o rosto máximo de uma ideologia que apesar de ter retirado liberdade e desenvolvimento ao povo cubano, ao longo de 50 anos, proporcionou saúde, educação, alimentação e habitação de graça, via Estado – Social.
Acredito que com o irmão, Raúl, a Ilha irá a tempo de “apanhar” o “comboio” do desenvolvimento, desejado pelos cubanos e pelos amigos de Cuba.
Para tal, Cuba terá que deixar de se parecer com uma herança deixada à família Castro.
Obs: subitamente os amantes de “memes, fizeram uma analogia publicada no facebook a comparar o “black friday” e os descontos que o Diabo poderá fazer a Fidel a chegada ao inferno. Quais serão os descontos, não faço a mínima. Mas quem deve querer acertar contas antigas deverá ser Fulgêncio Baptista.
Até para semana, malta!Assina: Manuel Mendes
Partilhe esta notícia