Oração a que Faltam Joelhos, o novo romance de Jacinto Lucas Pires, terá lançamento na próxima 5ª feira , num live streaming nas redes sociais da Porto Editora

No passado dia  3 de setembro chegou às livrarias Oração a que Faltam Joelhos, o novo romance de Jacinto Lucas Pires. Escrita na primeira pessoa do feminino, a narrativa evoca momentos-chave da infância de Kate Souza, a protagonista, que nos ajudam a compreender as suas dores da idade adulta. As reflexões interiores da narradora – uma filha de emigrantes portugueses nos EUA –, os seus anseios e preces, são neste livro engolidos pela realidade da sociedade norte-americana das últimas décadas, por esse mundo sem portas onde vivemos. Tal como Kate, também a sociedade parece meio à deriva, em busca de uma tábua de salvação, seja ela a religião, o vício, o amor ou o ódio. A qualidade musical e visual do texto, não raras vezes feito de frases curtas e certeiras, bem como o potencial cénico da sua narrativa, continuam a ser traves-mestras na escrita de Jacinto Lucas Pires.

 Dia  17 de setembro, a partir das 21:00, decorre o lançamento online da obra, no Facebook e no YouTube da Porto Editora, num live streaming protagonizado pelo autor em conversa com a autora Patrícia Portela e tendo a editora Sofia Fraga como anfitriã.

Lembramos que no passado dia 13 de setembro, Jacinto Lucas Pires esteve  na 90.ª Feira do Livro de Lisboa numa sessão de autógrafos.

Sobre o autor: 

Escreve romances, contos, peças de teatro, filmes, música. O seu último romance é A Gargalhada de Augusto Reis (Porto Editora, 2018). Em 2020, foi publicado, na coleção do TNDM II, Canto da Europa (Bicho do Mato, 2020). No teatro, Lucas Pires trabalha com diferentes grupos e encenadores. Realizou o filme Triplo A. Faz parte da banda Os Quais (que lançou o disco Geral em 2019) e da companhia Ninguém. Recebeu o Prémio Europa — David Mourão-Ferreira (Univ. Bari/IC, 2008) e o Grande Prémio de Literatura DST 2013 (com o romance O verdadeiro ator). Na Rádio Renascença, comenta temas da atualidade. Tem um espaço de crónica n’O Jogo chamado Descalço na Catedral. Escreve também no Ponto SJ e no seu blogue, O que eu gosto de bombas de gasolina.