O candidato da coligação PSD/CDS-PP “Palmela Mais a presidente da Câmara Municipal, Paulo Ribeiro, considera que a autarquia continua a ignorar a população de Pinhal Novo que vive entre as linhas ferroviárias do Alentejo e do Sado, aos quais foi retirado o acesso ao centro da vila, aquando do fecho das passagens de nível das duas linhas.

 

“Desde a construção da nova estação ferroviária, há 12 anos atrás, que uma parte da população ficou sem acesso direto ao centro de Pinhal Novo. Antes da construção dessa nova infraestrutura e dos viadutos que ligam o lado norte ao sul da vila, que essa parte da população estava a uma distância a pé ou de carro de cerca de 1 km do centro”, Paulo Ribeiro.

 

Desde então, o acesso ao centro de Pinhal Novo ficou bastante dificultado, sendo o mesmo feito através de uma estrada repleta de buracos, onde nem dois carros se conseguem cruzar praticamente. O que era feito em 1km, é agora feito em 3,5 km.

 

 

O candidato da coligação alerta ainda para os perigos que os cidadãos correm ao atravessarem a linha dos comboios a pé.

 

“A solução encontrada na altura, seria a construção de um túnel de acesso inferior pela linha do Alentejo, de ligação entre a rua Pedro Alvares Cabral e a rua do Alentejo, que permitiria a passagem de viaturas dos moradores e veículos de emergência, com a qual a Refer e a Câmara Municipal se comprometeram com os moradores”, recorda.

 

“Passados 12 anos a solução não apareceu. E até a agora a maioria CDU ignorou completamente esta situação, continuando sem sequer se preocupar com os moradores deste local”, critica.

 

Neste encontro com os moradores da zona, Paulo Ribeiro, juntamente com a candidata a presidente da Assembleia Municipal, Rosa Pinto e o candidato da coligação à Junta de Freguesia de Pinhal Novo, Roberto Cortegano, realçaram ainda o estado da rua do Alentejo, único acesso dos moradores às suas casas.

 

“Infelizmente, a resposta da autarquia é que a rua pertence às Infraestruturas de Portugal, e que a Junta só lá vai tapar os buracos por favor, porque nem tem essa obrigação. Este é mais um exemplo de como a população é tratada pela CDU”, lamenta Roberto Cortegano.