A PRIO assinou um protocolo com o Politécnico de Setúbal para promover a mobilidade elétrica. A criação do PRIO Lab no Instituto de Setúbal faz parte de um investimento de 11,5 milhões de euros que a PRIO irá fazer, até 2025, em mobilidade elétrica.

Tendo em conta que a mão-de-obra qualificada será uma ameaça ao desenvolvimento da mobilidade elétrica em Portugal, a PRIO uniu esforços com politécnicos para formar engenheiros com know-how para potenciar esta área em Portugal. O objetivo deste protocolo, agora celebrado juntamente com outros 4 politécnicos nacionais, é apostar no contacto próximo dos estudantes com as tecnologias da mobilidade elétrica, dotando-os das competências necessárias para que possam contribuir para a otimização desses produtos e serviços, fomentando a inovação e unindo forças entre as instituições de ensino e a indústria.

Como parte da criação do PRIO Lab, a empresa doou ao Instituto de Setúbal, pack’s de baterias de tração de várias marcas e modelos, carregador semirrápido AC, contadores inteligentes e outros instrumentos de apoio diverso. A parceria não fica por aqui, e a PRIO abre a porta do seu conhecimento no terreno através de ações de formação para a comunidade estudantil e possibilidades de estágio na empresa. Por ano a PRIO espera vir a formar cerca de 450 alunos.

O investimento de milhões que a PRIO decide agora pôr em prática procura dar um impulso à renovação de meios e materiais disponibilizados e pretende atualizar a tecnologia da rede. Assim, nos próximos meses a PRIO irá inaugurar o primeiro posto ultra-fast-charge, localizado no concelho de Cascais. Este carregador permite reduzir ainda mais o tempo de carga em relação aos atuais carregadores. 

A PRIO espera que o seu investimento de 11,5 milhões de euros e os contínuos esforços para um futuro de mobilidade elétrica eficaz e confortável, contribuam para os principais objetivos do ambiente nas agendas governativas europeia e nacional, enquanto se aprimora a formação dos estudantes e dos futuros profissionais do país. A junção destas componentes e a vontade de mudança das instituições pode fazer com que Portugal se torne um exemplo a seguir no planeamento e ação em torno da mobilidade elétrica.