O ano letivo inicia-se com a ameaça de morte das Escolas do Ensino Artístico e do Ensino Articulado. Não há critério para o financiamento, assiste-se a cortes cegos, fruto do preconceito do Governo que não acredita nesta via de ensino e de qualificação da sociedade.

Confirmando as suspeitas levantadas pelas criação de novas regras de financiamento definidas pela portaria nº 224-A, de 29 de Julho, os resultados provisórios do processo de candidaturas agora apresentados põem vergonhosamente em causa o princípio da igualdade de oportunidades no acesso ao ensino e promovem despudoradamente a precaridade dos vínculos laborais dos professores.

Os candidatos a Deputados do PS reuniram com as Escolas do Ensino Artístico e especializado do Distrito, ouviram as dificuldades com que são confrontados professores, pais e alunos e reafirmam o compromisso do Partido Socialista de diversificar a oferta formativa e valorizar o ensino profissional e artístico.

Só com um programa que consolide, desenvolva e melhore o ensino artístico especializado, do nível básico ao nível secundário, apoiando a celebração de parcerias que permitam o progressivo aumento do número de alunos do ensino regular que frequentem esta modalidade de ensino, se pode retomar o esforço de qualificação dos portugueses que este Governo desbaratou.

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