O presidente da Distrital do PSD e deputado, Bruno Vitorino, não entende porque foi tomada a opção por embarcações a gás natural para fazer a travessia do Tejo, exigindo conhecer os estudos que levaram a esta tomada de decisão.

De acordo com notícias vindas a público, o Governo lança hoje o concurso internacional para comprar dez novos catamarãs a gás natural, tendo sido preterida a opção por barcos a proporção elétrica, opção mais vantajosa em termos ambiental, técnicos e financeiros.

“O Governo opta por barcos movidos a gás natural, quando haviam opções mais favoráveis. Porquê esta opção? Qual o estudo que fundamenta que os barcos a gás são a melhor opção? “, questiona o social-democrata.

Bruno Vitorino quer ainda saber quais os custos operacionais envolvidos nesta transição.

“Durante os 4 anos da legislatura foram imensos os prejuízos aos utentes, por supressões de carreiras, incumprimento de horários, avarias constantes por falta de verba para manutenção, e sucessivas greves e paralisações”, sublinha.

O social-democrata acrescenta ainda que “durante 4 anos o primeiro-ministro António Costa fez promessas de renovação de frota e nada aconteceu. Agora, no final do mandato e em vésperas de eleições, surge o anúncio do concurso para dez novos catamarãs”.

“É importante realçar que só em 2024 é que teremos, de acordo com os prazos divulgados pelo Governo, todas as novas embarcações em funcionamento. Até lá veremos como vai ser”, adianta.

Fonte:PSD

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