Os deputados do PSD e do CDS-PP do distrito de Setúbal afirmam que a área social vai continuar a ser uma preocupação, como tem acontecido até aqui, destacando o trabalho do Governo, ao nível da criação do Plano de Emergência Social (PES).

Na sequência de uma reunião realizada ontem entre os deputados dos dois partidos e a diretora da Segurança Social do distrito Ana Clara Birrento, foi reafirmado o empenho do PSD e do CDS-PP na área social, bem como a importância do PES, que permitiu “apoiar quem mais precisa  através de contratualização com as instituições de solidariedade social de várias medidas e fazer chegar às famílias o apoio crucial”, reconhecendo pela “primeira vez” estas instituições como parceiras do Estado.

“Este Plano de Emergência veio minimizar os efeitos sociais da crise mais difícil da nossa história, motivada pela governação do PS nos ter levado à bancarrota”, sublinha Nuno Magalhães, afiançando que “os idosos, as famílias monoparentais, as crianças e as pessoas portadoras de deficiência estiveram sempre no centro deste Plano”.

“Ao contrário do que a oposição repetiu, e mentiu, não existiram despedimentos na Segurança Social, mas sim uma requalificação. Prova disso é que cerca de 30 por cento dos funcionários já estão colocados noutros serviços públicos, esperando-se para breve, mais colocações”, defendeu o deputado e líder parlamentar do CDS-PP.

O deputado do PSD, Bruno Vitorino, reconheceu que existiram alguns problemas no funcionamento das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), mas os mesmos foram rapidamente ultrapassados, e que as CPCJ estão a “funcionar em pleno, cumprindo a Segurança Social na íntegra a representação a que é obrigada por lei, e os rácios de processos por técnico, bem como os tempos de afetação.”

Os deputados do PSD e do CDS-PP lamentam que os partidos da oposição continuem a utilizar “problemas pontuais e rapidamente ultrapassados”, como se tratassem de “questões gravíssimas  e inultrapassáveis”. Usar estas comissões somente para “espalhar o medo e a mentira, não ajuda ao normal funcionamento das instituições, e prejudica claramente a imagem do distrito de Setúbal”, lamentam.

Os deputados dos dois partidos assinalam também com satisfação o trabalho da diretora da Segurança Social do Distrito que permitiu “resolver muitos problemas herdados do anterior governo”, que incentivou a “construção de equipamentos”, sem garantia de acordos de cooperação, colocando, muitas vezes, em causa a “sustentabilidade das instituições”.

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