O PSD votou contra o orçamento da Câmara de Santiago do Cacém para o ano de 2015, por este ser “um orçamento de continuidade das mesmas linhas políticas”, com as quais os social-democratas têm “mantido discordância ao longo dos anos”.

Segundo o vereador Paulo Gamito, “é de lamentar o baixo apoio à atividade empresarial do concelho, uma vez que só com um conjunto de empresas fortes o concelho de Santiago do Cacém consegue a sua afirmação na região”.

O PSD congratula-se com o chamado “projeto engenhocas”, uma vez que é uma proposta que já tinha sido avançada por este partido nos programas eleitorais desde 2005. No entanto, realça o facto de este ser “um projeto social de apoio às famílias necessitadas, como tal deve ser apenas para as famílias sinalizadas pela Segurança Social e pelos serviços sociais do município”.

Os social-democratas defendem ainda que a atribuição dos subsídios e apoios às instituições e associações do concelho, “carecem de um regulamento próprio que torne essa atribuição transparente”, proposta que o vereador Paulo Gamito apresentou ao executivo.

Um dos pontos de realce do Orçamento para 2015, é o facto de no próximo ano a Câmara Municipal de Santiago do Cacém receber do poder central mais 605 mil e 875 euros do que no presente ano.

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