Vila Franca de Xira: universidade sénior conquista pódio em competição nacional

No dia 23 de janeiro, a Universidade Sénior de Vila Franca de Xira subiu ao pódio do Concurso Nacional de Cultura Geral, organizado pela RUTIS no Fórum Cultural de Ermesinde. O terceiro lugar confirma a aposta local em educação ao longo da vida e reforça o papel social das universidades seniores.

O encontro reuniu equipas de várias regiões do país num formato competitivo, mas também de partilha. Para os participantes, o evento foi mais do que uma prova de conhecimentos: serviu para fortalecer laços, promover o convívio intergeracional e visibilizar práticas de aprendizagem para a terceira idade.

Resultados e equipa

O pódio ficou assim definido:

Classificação Universidade Sénior
1.º Universidade Sénior de Ermesinde
2.º Universidade Sénior de Gondomar
3.º Universidade Sénior de Vila Franca de Xira

A equipa de Vila Franca de Xira contou com três elementos efectivos e duas suplentes, que foram destacados pela organização municipal pelo empenho e espírito de cooperação.

  • Elementos efectivos: Paulo Marques Cabrito; Manuel Luís Caetano Caeiro; Joaquim António Gato Casimiro.
  • Suplentes: Maria Leonor Figueiredo de Oliveira Raposo Carvalho; Ana Paula Henrique Mendes Soldado Vale de Andrade.

Segundo a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, representada no evento pela vereadora Manuela Ralha — responsável pelo pelouro da Universidade Sénior — a participação valorizou não só os concorrentes, mas também a comunidade local. A autarquia felicitou a organização e sublinhou a relevância de iniciativas que promovem o envelhecimento activo, a cultura e a cidadania dos seniores.

Para além da classificação, o concurso oferece retorno imediato em visibilidade e reconhecimento institucional. Projetos locais voltam a ganhar destaque, o que pode facilitar parcerias, aumentar a procura por atividades e estimular novas ações educativas dirigidas a adultos maiores.

Eventos como este mantêm-se relevantes porque transformam estatísticas em rostos e histórias — mostram que aprender não tem idade e que a participação cultural continua a ser um vetor de inclusão social.

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