Entre as autarquias do distrito de Setúbal, Sines (1456 euros/ habitante) e Grândola (941.60/ habitante) são os municípios que apresentam a maior dívida por habitante, um valor, sobretudo no caso de Sines, muito superior à média das 308 autarquias nacionais, que situa-se nos 893 euros.

No sentido inverso, encontra-se o município de Alcácer do Sal, com uma dívida de 136.47 euros por habitante, a mais baixa do distrito. Almada regista o segundo valor mais baixo (264.93/ habitante), seguida do Montijo (309.95 euros/habitante) e da Moita (339.95/ habitante).

Realça-se que não são os habitantes que devem, sendo estes valores um exercício estatístico em que o cálculo da dívida é obtido através da divisão de dívida total da câmara pelo número de habitantes da mesma.

Os valores, relativos ao ano anterior, foram divulgados pelo Governo no Portal de Transparência Municipal, lançado no passado dia 21, no qual é possível aceder a um conjunto de indicadores relativos à gestão dos 308 municípios portugueses e das entidades intermunicipais.

Relativamente à constituição de novas empresas, Almada ocupa o primeiro lugar no distrito de Setúbal, em março de 2014 foram criadas no município 48 empresas. Em segundo lugar encontra-se o Seixal, com 37 empresas criadas, seguido de Setúbal, onde abriram as portas 34 empresas.

A câmara municipal de Alcácer do Sal destaca-se negativamente na abertura de novas empresas, em Março de 2014 abriram apenas três empresas no concelho. Nos concelhos da Moita, Santiago do Cacém e Sines, o cenário não é mais animador, uma vez que foram abertas, durante o terceiro mês do ano,  apenas quatro empresas.

À exceção de Almada, que apresenta uma tendência crescente na abertura de novas empresas, todos os concelhos do distrito de Setúbal apresentam tendências de queda para os próximos meses.

 

 

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