A SIMARSUL, empresa do Grupo Águas de Portugal, concessionária da gestão e exploração do Sistema Multimunicipal de Saneamento de Águas Residuais da Península de Setúbal, procedeu à Consignação da “Empreitada de Execução para a Conclusão dos Sistemas de Drenagem e Elevatórios da Ligação entre os Subsistemas Brejos do Assa e Montado – Fase 1 – Brejos do Assa e Passadeiras”, adjudicada à empresa PROTECNIL – Sociedade Técnica de Construções, S.A., com um prazo de execução de 300 dias e com um valor de adjudicação de 591.479,89 euros.

A empreitada inclui a execução de duas Estações Elevatórias e de um conjunto de emissários e condutas elevatórias, localizados em Brejos do Assa, freguesia de Palmela, que irão integrar o subsistema do Montado, assegurando o encaminhamento dos efluentes, em condições ambientalmente seguras, para a ETAR do Montado, contribuindo para a melhoria do tratamento dos efluentes urbanos no município de Palmela.

O investimento associado, foi candidato ao Programa Operacional de Valorização do Território (POVT), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), e reveste-se de grande importância ambiental ao contribuir para a melhoria da qualidade dos meios hídricos.

 

Recorda-se que se trata de uma obra que já parcialmente executada e que foi interrompida por insolvência da empresa adjudicatária.

Os incómodos causados, durante a execução deste empreendimento, serão largamente compensados pela melhoria das condições sanitárias e a qualidade de vida da população local. A SIMARSUL, nesta sua ação, está a contribuir para a despoluição da bacia do Rio Sado, dando uma nova vida à Península de Setúbal.

 

 

 Acerca da SIMARSUL – Sistema Multimunicipal de Saneamento de Águas Residuais da Península de Setúbal, S.A. – constituída em 8 de novembro de 2003, é uma sociedade anónima que tem como acionistas a Águas de Portugal – SGPS, S.A. e os Municípios de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.

Resultado de uma parceria e conjugação de esforços entre o Estado e as Autarquias, o modelo da SIMARSUL permitiu que, apenas no espaço de cerca de sete anos, o Estuário do Tejo tenha, finalmente, condições para iniciar a sua regeneração, o que contribuirá, de forma significativa, para a melhoria das condições de vida das populações.

Este modelo implicou a construção de um conjunto muito significativo de infraestruturas para interceção, transporte e tratamento das águas residuais urbanas geradas na sua área de concessão, tendo por base um Plano de Investimentos, que se encontra praticamente concluído, no valor de 183,5 milhões de euros, financiado por fundos comunitários, nomeadamente através do Fundo de Coesão II, no valor de 73 milhões de euros, com 65% de comparticipação, do FEDER, no valor de 4 milhões de euros e com 52,6% de comparticipação, e do QREN, no valor de 28 milhões de euros com 53,3% de comparticipação, já aprovada pelas autoridades nacionais.

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