A Guarda Nacional Republicana deteve três mulheres, entre os 19 e os 27 anos de idade, que alegadamente recorriam a “métodos ardilosos” para poderem levar, sem pagar, calçado de estabelecimentos comerciais, anunciou esta quinta-feira fonte daquela força policial.

As três jovens, de acordo com as autoridades, “furtaram aproximadamente 2.786€ em calçado de diversas marcas na localidade de Porto Covo, fazendo-se transportar com a mercadoria num veículo alugado”.

Na continuação das diligências policiais, as autoridades apuraram que, para além de os dois estabelecimentos comerciais em Porto Covo, nesse mesmo dia, o grupo já tinha efetuado mais dois furtos idênticos noutras localidades da Costa Vicentina.

A GNR, depois de analisar o modus operandi das detidas e o à-vontade com que efetuavam os furtos, suspeita que as jovens “façam dos furtos modo de vida”, uma vez que tinham na sua posse “uma lista pré-definida de estabelecimentos comerciai – alvos – para visar”, bem como “registo criminal no âmbito de ilícitos contra o património, em toda a região metropolitana de Lisboa e Setúbal, Algarve e inclusivamente na zona Centro do país”.

“O material furtado foi devolvido aos seus legítimos proprietários, bem como o veículo alugado”, sublinha a GNR, em comunicado, acrescentando que “as três jovens foram constituídas arguidas, prestado a medida de coação de termo de identidade e residência, e notificadas para comparecer no Tribunal Judicial de Santiago do Cacém, durante o dia de hoje para primeiro interrogatório judicial”.