A Distrital de Setúbal do PSD vai defender no Congresso Nacional do partido a criação de uma agência para atrair investimento para a região, que integrasse parceiros estratégicos, com vista ao desenvolvimento económico.

 

Essa agência, denominada INVESTSETÚBAL, integraria as autarquias, as empresas e associações empresariais, comerciais, industriais, sindicais e instituições de ensino de diversos níveis, definindo áreas de intervenção que satisfaçam os interesses da comunidade, projetando o distrito para outros níveis de desenvolvimento.

 

O presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Bruno Vitorino, explica que esta entidade seria dotada de autonomia de atuação face aos diversos integrantes teria a responsabilidade de captar investimento, promovendo e estimulando a criação de emprego, promovendo as vantagens competitivas e recursos do distrito, através da gestão de uma rede local de agentes económicos, que propicie um ambiente favorável aos negócios e aos empreendedores.

 

“O distrito de Setúbal é uma região com um enorme potencial. Esse potencial permite-nos ambicionar o caminho da modernidade e do crescimento, ambição tantas vezes adiada por falta de um projeto mobilizador para o distrito”, sublinha.

 

Na moção que será apresentada no 36º Congresso Nacional do PSD, os social-democratas do distrito de Setúbal defendem que o partido necessita de apostar na região, pois, segundo Paulo Ribeiro, “só assim, poderemos almejar conquistar o poder autárquico e, assim, por em prática um conjunto de reformas que consigam colocar Setúbal num patamar de desenvolvimento diferente”.

 

O vice-presidente da distrital diz que a alteração deste panorama depende muito do que o PSD e, eventualmente, outros partidos democráticos possam fazer por este distrito. Por isso é “fundamental que o PSD, a nível nacional, aposte definitiva e decisivamente nesta região, envolvendo todo o partido na alteração do panorama eleitoral em Setúbal”.

 

Os social-democratas defendem ainda uma política para o distrito que vise reduzir e eliminar a distância que atualmente o separa dos indicadores de desenvolvimento do resto do País, tornando-o num distrito mais competitivo, com maior capacidade de crescimento endógeno, menos sujeito aos enormes sacrifícios que os períodos de recessão lhe impõem, contribuindo assim para que assuma o papel de relevo que pode e deve desempenhar no País e mesmo a nível internacional.

Partilhe esta notícia