Com o objetivo de reaproximar as crianças e jovens e as suas famílias, através das manifestações estéticas e artísticas, promovendo os domínios da aprendizagem sócio emocional, cultural e cognitiva num contexto familiar, a CM do Barreiro volta a promover o projeto AMAC Júnior.

Até Dezembro, pais e filhos poderão assistir, aos fins-de-semana, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, a um conjunto de eventos de dança, música, teatro, multimédia e cinema.

 

Consulte o programa completo:

11 outubro | 16h00 | Auditório Municipal Augusto Cabrita

CIV-VIB | Multidisciplinar

C_ Vib-cymatics_Vibrating Interactive Boards é uma escultura sonora e musical do artista Simão Costa que explora as propriedades físicas do som. Um instrumento musical que é uma instalação sonora interativa, apresentada também em formato de concerto/performance. Viagem de ida, e volta-e-meia, entre material e imaterial, ao invés de julgar o som como realidade imaterial, tocar e palpar como se de matéria tangível se tratasse.

Público-alvo – Maiores de 6 anos

Duração – 45 min

Ingressos – 2€

No âmbito da parceria Background/Continente, na apresentação do cartão Continente é efetuado um desconto de 50% no valor do espetáculo.

12 outubro | 16h00 | Auditório Municipal Augusto Cabrita

À Mão [EL PATIO ] |Teatro de Objetos

À Mão é uma história contada com barro, sobre uma pequena personagem que tem um enorme desejo de fugir da montra onde se encontra e dos seus inquilinos. É uma história de amor, uma história sobre pequenos fracassos, um torno, uma chávena que respira, duas pessoas com muito entusiasmo, uma pequena olaria e quatro mãos que brincam.

À Mão é um presente pequeno, tão pequeno que cabe num metro e meio onde tu, que observas, estás convidado para tomar um chá.

Público-alvo – Maiores de 6 anos

Duração – 45 min

Ingressos – 2€

No âmbito da parceria Background/Continente, na apresentação do cartão Continente é efetuado um desconto de 50% no valor do espetáculo.

26 outubro | 16h00 | Auditório Municipal Augusto Cabrita

A Sopa de Jerimu [Circolando] | Teatro e Dança

JERIMU s.m. BOTÂNICA planta da família das Cucurbitáceas que produz uma abóbora amarela e é também conhecida por jirimu e jirimum; outras plantas da mesma família; abóbora destas plantas.

Sopa de Jerimu é um espetáculo a solo para uma mulher e várias abóboras… então já não é a solo! Estão lá a menina, a porqueira, a chila, a bolina, a cabaça, todas diferentes e todas abóboras.

Na sua cozinha, esta mulher convive com as abóboras, ouve-lhes os segredos e mergulha em si, descobrindo coisas que não conhecia.

Rola que rola e volta a rolar…

Aquela que quebrar à sopa irá parar…

As entranhas revelam-se e a sopa ferve na panela.

Nascem histórias… as abóboras transformam-se… na verdade são conhecidas universalmente pelos seus poderes transformadores. Florescem, amadurecem, crescem, crescem, crescem e apodrecem. Da mesma forma também a personagem vivência transformações.

Este projeto é um elogio à beleza e à magnitude da abóbora.

A Sopa fica pronta e o público é convidado a prová-la.

A Abóbora é o resultado do engordar do ovário do fruto onde estão encerradas as sementes. Uma grande cavidade cheia de pevides encerradas em placentas. Pela sua forma redonda que pode atingir dimensões desmesuradamente grandes é inevitavelmente feminina. Habituados a comprar abóboras cortadas em cubos em cuvetes plásticas no supermercado, o contacto com abóboras inteiras pode ser revelador para muitos, especialmente para os mais novos. Depois de estabelecida a empatia com a abóbora e com a personagem, quem pode recusar-se a provar a sopa de abóbora? Será este particular contacto das crianças com a abóbora frutífero na sua relação futura com sopa?

No final, o público é convidado a visitar a cozinha, o espaço cénico e a desvendar as relíquias abóbora guardadas em gavetas.

E NO FINAL, O QUE FAZEMOS NÓS?

Público-alvo – Maiores de 6 anos

Duração – 50 min

Ingressos – 2€

No âmbito da parceria Background/Continente, na apresentação do cartão Continente é efetuado um desconto de 50% no valor do espetáculo.

8 novembro | 11h00 | Auditório Municipal Augusto Cabrita

Não toquem nas minhas mãos  [Sombras Chinesas Valeria Guglietti ] |Teatro de Sombras

Espetáculo em que as sombras chinesas se encontram com o cinema mudo, a marioneta, o humor e a música para criar uma coleção de histórias cheias de graça que fascinarão todo o tipo de públicos. Desde os princípios dos tempos o homem tem convivido com a sua sombra. Começou a brincar com as suas mãos desenhando formas efémeras. Tornada arte pelos chineses há milhares de anos, as Sombras percorram o mundo através dos tempos.

Público-alvo – Maiores de 3 anos

Duração – 45 min

Ingressos – 2€

2 novembro e 21 dezembro | 16h00 | Auditório Municipal Augusto Cabrita

Filminho  À Solta pelo País [Zero em Comportamento]