A Câmara Municipal do Seixal esteve esta tarde junto ao terreno que cedeu para as instalações da esquadra da Divisão da Polícia de Segurança Pública (PSP) do Seixal, situado na Quinta do Cabral, Arrentela, com o objetivo de alertar para a necessidade urgente da sua construção. Joaquim Santos, presidente da autarquia, referiu que “cedemos um terreno com 3 150 mpara a instalação deste equipamento, existindo um protocolo assinado em 2009 com o Governo de então, para a sua concretização, mas até ao momento nada sucedeu”.

 

Entende a Autarquia que a construção desta esquadra iria permitir que os efetivos da PSP, que trabalham atualmente em condições precárias, distribuídos por edifícios da câmara municipal adaptados para o efeito, pudessem contar com  melhores comodidades para concretizarem o seu trabalho e melhor servirem a população do concelho. A este propósito, Joaquim Santos referiu que “a construção desta nova divisão policial permitiria que se juntasse num único espaço várias esquadras, que estão espalhadas pelo concelho, aumentando assim os recursos e os meios de patrulha”.

 

Sobre o que tem feito a autarquia para resolver a situação, Joaquim Santos, informou que “têm sido efetuados vários contactos com o Ministério da Administração Interna, dando conta da situação e solicitando a resolução do problema, sem resposta até ao momento”. No último contacto realizado com a Secretária de Estado desta área, a Câmara Municipal do Seixal foi informada que “a situação estaria a ser avaliada e soubemos esta semana que o Ministério da Administração Interna anunciou um conjunto de prioridades de investimento para o distrito de Setúbal, onde se  inclui também esta divisão policial como uma terceira prioridade”. Sobre este assunto, o autarca referiu ainda que “admitimos que noutros concelhos existam também necessidades destes equipamentos, mas, num concelho com 160 mil habitantes, onde não existe uma divisão policial construída de raiz, é urgente que o edifício seja construído, ficando a faltar saber quando se dá início à construção do mesmo”.

 

Para além da necessária construção do edifício, o autarca  mencionou ainda a necessidade da existência de mais viaturas e de maior número de efetivos, informando que “ainda hoje será enviado um ofício à ministra e à secretária de Estado da área requerendo resposta a todas estas questões”

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