No dia 18 de dezembro, o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, e os vereadores Francisco dos Santos e Maria Clara Silva, no âmbito do períplo que estão a efetuar a todas as freguesias do concelho, realizaram a visita à União das Freguesias de Pegões.

Os autarcas da câmara e da junta visitaram algumas empresas e instituições da freguesia, como o Quiosque da Saúde e as empresas Fresca e Fina e Florensis, contactando diretamente com alguns problemas da freguesia.

Na sede da União das Freguesias de Pegões, o executivo municipal recebeu a população com o objetivo de ouvir e responder às questões dos fregueses.

No início da reunião, o presidente informou que o Centro Escolar de Pegões “é um equipamento estratégico a desenvolver na freguesia”. Uma obra há muito projetada mas que ainda não foi possível concretizar. E explicou: “o novo programa comunitário (Portugal 2020) não prevê a construção de edifícios novos o que é uma limitação, no entanto a câmara não está a pensar deixar cair esse projeto, porque tem várias vantagens pedagógicas e económicas, permitindo centralizar recursos. No orçamento para 2016, a câmara prevê recorrer a um empréstimo bancário para construir o edifício, uma vez que nestes últimos anos reduzimos significativamente os nossos encargos bancários.”

Uma das questões mais colocadas pelos fregueses prendeu-se com o encerramento da Unidade de Saúde de Santo Isidro de Pegões.

Nuno Canta esclareceu que “a Câmara Municipal do Montijo tem insistido para a sua reabertura e é uma situação que nos preocupa muito. Estamos a acompanhar a situação junto do Director dos Centros de Saúde do Arco Ribeirinho/Tejo (ACES). Estamos empenhadíssimos na abertura regular deste equipamento”.

“Estamos convictos nesta reabertura”, acrescentou o presidente. “Temos agendada uma reunião para a próxima semana com o ministro da Saúde, onde esta questão será colocada de imediato à tutela. Estamos cá para defender as populações quando a luta é justa como é o caso, por isso queremos protagonizá-la e junto da tutela alertar para estes factos e tentar encontrar soluções o mais breve possível”.

O autarca foi também questionado sobre o estado deteriorado da EN4. “Apesar de a estrada não ser da rede municipal e, por isso, não termos possibilidade de qualquer tipo de intervenção, alertámos durante estes últimos anos constantemente a tutela e vamos continuar a insistir para resolver a questão, porque o problema principal desta estrada é a falta de segurança”, disse.

 

 

 

 

 

 

 

 

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