Seguro apela a um compromisso contra a exclusão: ninguém deve viver sem habitação

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O Presidente da República, António José Seguro, apelou a um compromisso coletivo contra a pobreza, lembrando que a questão vai além da esfera económica e atinge a liberdade e a dignidade das pessoas. A mensagem foi divulgada na página oficial da Presidência por ocasião do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.

Conteúdo da mensagem

Na nota publicada, o chefe de Estado afirmou que a pobreza não pode ser tratada como algo inevitável. Defendeu que, numa sociedade democrática, é inaceitável haver quem viva sem acesso a bens e serviços básicos.

Documento oficial com mensagem sobre pobreza e inclusão
Trecho da nota presidencial que defende acesso a bens e serviços essenciais.

Seguro destacou como essenciais o acesso à habitação, à saúde, à educação e a condições de trabalho dignas, e pediu um esforço conjunto para evitar a exclusão social.

Os números e quem está mais exposto

O Presidente citou dados recentes que apontam para cerca de 1,66 milhões de pessoas em risco de pobreza em Portugal. Embora tenha assinalado progresso estatístico, alertou que esses dados continuam a exigir atenção.

Gráfico ilustrativo de pessoas em risco de pobreza
Dados mostram cerca de 1,66 milhões em risco de pobreza em Portugal.

Entre as situações mencionadas estão crianças sem oportunidades definidas para o futuro, jovens com dificuldade de projeção profissional, idosos que esperam viver a velhice com dignidade e trabalhadores que, apesar de empregados, enfrentam condições de pobreza.

Apelo final e implicações

Na conclusão da mensagem, António José Seguro sublinhou que a geração de riqueza e a proteção das camadas mais vulneráveis são objetivos complementares. Para o Presidente, uma sociedade justa depende do compromisso coletivo para garantir inclusão e direitos básicos a todos.

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