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O Chega levou ao parlamento preocupações sobre a escassez de viaturas operacionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) na ilha Terceira, nos Açores, citando alertas da associação sindical dos profissionais da polícia. O tema põe em discussão a capacidade de resposta das autoridades locais e a segurança das populações da ilha.
Pedido de informação ao Governo
Num requerimento dirigido ao Ministro da Administração Interna, a deputada do Chega eleita pelos Açores, Ana Martins, pediu dados concretos sobre a frota afetada à divisão de Angra do Heroísmo. Entre as questões colocadas estão o número de viaturas atribuídas, a idade média da frota e quantas se encontram efetivamente operacionais.
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Chega pede explicações ao Governo sobre falta de viaturas da PSP na Terceira, nos Açores
A parlamentar também solicitou esclarecimentos sobre quantos veículos estão imobilizados por avaria, falta de manutenção ou por outros motivos, e questionou se o ministério já tem conhecimento das situações apontadas pela associação sindical.
Alerta da associação sindical
A denúncia partiu da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), que visitou recentemente a Terceira e relatou insuficiência de meios automóveis para o funcionamento normal da atividade policial na ilha.
Num balanço da visita, a associação referiu ainda uma “escassez gritante” de recursos humanos, instalações com “condições débeis” e a falta de meios automóveis, logísticos e de equipamentos nas esquadras dos Açores.
Riscos apontados e pedidos do Chega
O partido afirmou que a redução de viaturas prejudica a capacidade operacional da PSP, afetando o patrulhamento preventivo, a resposta a ocorrências e a segurança pública. Em comunicado, o Chega frisou que não considera aceitável que agentes desempenhem funções de elevada responsabilidade sem os recursos mínimos necessários.
Ana Martins pediu que o Governo esclareça se os meios disponíveis garantem uma resposta adequada às necessidades de policiamento da Terceira e das outras ilhas dos Açores, e que detalhe as medidas previstas para assegurar condições de trabalho adequadas aos agentes.
Declarações da direção da associação
Em declarações à agência Lusa, o presidente da ASPP/PSP, Paulo Santos, disse que a falta de meios nos Açores é “mais aguda” do que no continente. Segundo Santos, há relatos de polícias a trabalhar sozinhos nas esquadras e de agentes que se deslocam a ocorrências sem acompanhamento, situação que, na visão da associação, põe em risco tanto os trabalhadores como a comunidade.












