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Mark Zuckerberg comprou o castelo de Strancally, na Irlanda, numa transação que reforça a ligação pessoal do CEO da Meta ao país onde a empresa mantém sua sede internacional. A aquisição — avaliada em dezenas de milhões de euros — chama atenção tanto pelo tamanho da propriedade quanto pelos detalhes históricos e práticos do imóvel.
Detalhes da compra e da propriedade
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Segundo reportagem do The Irish Times, o valor desembolsado pelo imóvel e pela terra ao redor situa-se entre 20 e 30 milhões de euros. A propriedade engloba quase 180 hectares no condado de Waterford e inclui um castelo em estilo gótico.

- Local: Castelo de Strancally, condado de Waterford, sul da Irlanda.
- Área: aproximadamente 180 hectares de terrenos anexos.
- Valor reportado: entre 20 e 30 milhões de euros.
- Origem: construção datada de 1830, encomendada a John Keily, antigo parlamentar.
- Projeto arquitetônico: atribuído aos irmãos James e George Richard Pain.
- Características curiosas: relatos apontam que o percurso interno da cozinha até a sala de jantar leva cerca de quatro minutos e meio.
- Estado: a propriedade passou por obras de restauro ao longo das últimas duas décadas.
O imóvel foi erguido no início do século XIX e, embora preserve traços históricos, sofreu intervenções sucessivas nas últimas décadas para manutenção e adaptação. Fontes locais destacam o caráter patrimonial do conjunto arquitetônico.
Confirmação da Meta e motivações
A Meta confirmou a finalização da compra e informou que Zuckerberg pretende passar mais tempo na Irlanda, onde fica a sede internacional da empresa. A nota da empresa enfatizou a intenção da família em conservar a residência e integrá-la às suas rotinas no país.
Além do interesse pessoal, a proximidade entre residência e sede internacional pode facilitar deslocamentos e compromissos da liderança, mas a empresa não divulgou planos operacionais relacionados à compra.
Contexto local: outros bilionários na região
Esta não é a primeira aquisição de alto perfil na área. O site The Next Web registrou que o fundador da Dyson, James Dyson, comprou uma propriedade nas imediações em 2024, enquanto John Collison, cofundador da Stripe, adquiriu uma mansão na Irlanda em 2021. Esses movimentos fazem parte de um padrão recente de executivos de tecnologia optando por propriedades rurais ou históricas no país.
As compras por figuras públicas costumam gerar debate local sobre segurança, privacidade e impacto no mercado imobiliário, embora, até agora, não haja indicações de alterações legislativas ou medidas públicas específicas relacionadas a estas transações.
Enquanto a comunidade observa os próximos passos — como eventuais obras, pedidos de licenciamento ou a frequência com que a família utilizará a casa — a compra consolida a presença de líderes do setor de tecnologia na paisagem imobiliária da Irlanda.











