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“Babygirl”, o thriller erótico protagonizado por Nicole Kidman e Harris Dickinson, voltou a ganhar força nas conversas ao estrear recentemente no streaming. Lançado nos cinemas em dezembro de 2024, o filme reacende debates sobre poder, desejo e limites no ambiente de trabalho — temas que explicam por que a sua disponibilidade na Prime Video interessa agora a um público mais amplo.
Fatos rápidos
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- Lançamento nos cinemas: dezembro de 2024.
- Streaming: disponível na Prime Video.
- Bilheteira global: cerca de 28,1 milhões de dólares (aprox. €25,6 milhões).
- Receita em Portugal: aproximadamente €337 mil.
- Avaliação crítica: ~76% no Rotten Tomatoes (crítica).
- Elenco principal: Nicole Kidman, Harris Dickinson; participações de António Banderas, Sophie Wilde e outros.
A trama centra-se em Romy, uma CEO de uma empresa de tecnologia cuja vida familiar e profissional parece bem estabelecida: é casada com Jacob, diretor de teatro, e mãe de duas filhas. A chegada de um estagiário ao seu escritório desencadeia uma atração que se transforma num caso, e a narrativa explora as consequências desse envolvimento tanto sobre a carreira da protagonista quanto sobre o seu equilíbrio pessoal.
À medida que o relacionamento entre Romy e Samuel avança, o filme investiga o conflito íntimo da personagem: manter a estabilidade familiar ou ceder a impulsos que podem pôr tudo em risco. A abordagem fílmica privilegia camadas psicológicas e tensões de poder em vez de fórmulas previsíveis.
Como a crítica reagiu
A imprensa especializada recebeu o filme de forma majoritariamente positiva. A publicação Variety destacou a performance de Kidman como uma das mais ousadas e vulneráveis da sua carreira, elogiando a forma como o filme atualiza o género sem recorrer a moralismos fáceis. Já o Guardian salientou que a longa-metragem evita muitos clichés do thriller erótico ao mostrar a deterioração progressiva da vida de uma executiva envolvida num relacionamento tóxico e compulsivo.

Os números de bilheteira e a aprovação crítica indicam um equilíbrio entre apelo comercial e aprovação crítica, o que ajuda a explicar o interesse renovado agora que o filme está mais acessível no streaming.
Por que isto importa hoje
- Disponibilidade em streaming amplia o alcance e relança o debate público sobre temas centrais do filme.
- Gera conversas sobre dinâmicas de autoridade e consentimento no local de trabalho, ainda presentes em muitas indústrias.
- Para cinéfilos e críticos, representa uma oportunidade de reavaliar o subgénero do thriller erótico sob uma lente contemporânea.
Seja para quem já viu nos cinemas e procura reviver a experiência, seja para quem está a descobrir o filme agora, a chegada de “Babygirl” à Prime Video promete reacender discussões relevantes sobre representação, poder e desejo no cinema contemporâneo.












