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Uma nova seleção de faixas inéditas de Prince chegou às plataformas em 1 de setembro, reunindo gravações feitas entre 1977 e 2016. O lançamento é mais um capítulo na gestão do arquivo do artista e reacende o debate sobre como obras póstumas mantêm vivos legados culturais.
Prince Rogers Nelson faleceu em abril de 2016, aos 57 anos, deixando um extenso acervo de gravações não publicadas. Conhecido por armazenar material no denominado The Vault, o músico deixou sessões de estúdio, discos incompletos, registros ao vivo e colaborações que continuam a ser exploradas pelo espólio.
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Prince lança surpresa póstuma: 10 músicas inéditas disponíveis
O novo lançamento
Intitulado Timeless, o álbum póstumo traz dez faixas extraídas desse acervo. A compilação, preparada pela Sony Music, percorre mais de quatro décadas de trabalho e foi divulgada oficialmente no início de setembro.

- Tick Tick Bang — gravação de 1981
- Heaven — 1985
- I Wonder — 1989
- With This Tear — 1991
- Stone — 1995
- Calabama — 2003
- The Guilty Ones — 2007
- Bestest Friend — 2012
- Why Come U Don’t Call Me Anymore? — registro ao vivo na Oracle Arena, Oakland, a 4 de março de 2016
O disco já está disponível em serviços de streaming e também sai em formatos físicos, incluindo CD e vinil, o que atende tanto ouvintes casuais quanto colecionadores. O lançamento reforça a presença de Prince nas playlists e nas listas de lançamentos recentes.
Ao longo da carreira, Prince transitou por estilos como funk, rock, R&B, pop e música psicadélica, mesclando sonoridades e rompendo convenções sobre sexualidade e identidade nas letras. Sua obra segue sendo redescoberta por novas gerações e aparece com frequência em trilhas sonoras contemporâneas.
Onde Prince atuou em Portugal
| Ano | Local | Cidade |
|---|---|---|
| 1993 | Estádio de Alvalade | Lisboa |
| 1998 | Pavilhão Atlântico (atual MEO Arena) | Lisboa |
| 2010 | Festival Super Bock Super Rock (Meco) — participação com Ana Moura | Meco |
| 2013 | Coliseu dos Recreios | Lisboa |
Para o público e para a indústria musical, lançamentos como Timeless têm efeitos concretos: renovam receitas do catálogo, alimentam curadorias editoriais e ampliam a circulação de um repertório que continua a influenciar artistas e produtores.
Seja para ouvir faixas inéditas, completar coleções físicas ou simplesmente revisitar a trajetória de Prince, o novo álbum oferece um recorte cronológico do trabalho de um artista cuja produção permanece em debate e descoberta.











