Festival Celestino Graça leva ritmos e vozes do mundo às ruas de Santarém


De 1 a 6 de setembro, Santarém acolhe a 65.ª edição do Festival Internacional de Folclore Celestino Graça, reunindo cerca de 500 bailadores, músicos e solistas de grupos nacionais e estrangeiros. O evento volta a concentrar a sua programação na Casa do Campino, com bilhetes pagos, e expande-se com espetáculos também em Abrantes e Almeirim.

Organizado pelo Grupo Académico de Danças Ribatejanas, o festival promete promover tradições populares e oferecer uma mostra de culturas do mundo. A iniciativa mantém-se como um dos mais antigos encontros de folclore do país, numa edição que reforça a articulação entre programação central e atividades descentralizadas.

Grupo de dançarinos em trajes tradicionais durante apresentação de folclore
O festival reúne grupos nacionais e internacionais em torno de tradições populares

Além dos espetáculos principais, cerca de cinquenta voluntários dão apoio operacional em várias frentes — transporte, serviço de sala, ateliês, colóquio, desfiles e animação de rua — assegurando o funcionamento do encontro e o contacto direto com o público.

Voluntários a apoiar público e participantes numa atividade de rua durante festival

  • Datas: 1–6 de setembro
  • Epicentro: Casa do Campino (entradas pagas)
  • Espaços adicionais: Abrantes e Almeirim
  • Participantes: cerca de 500 intérpretes nacionais e internacionais
  • Organização: Grupo Académico de Danças Ribatejanas
  • Voluntariado: cerca de 50 pessoas em apoio logístico e programático

Para a cidade, o festival tem impacto direto: atração de público, movimento no comércio local e reforço da visibilidade cultural da região. Para os visitantes, é uma oportunidade de observar repertórios tradicionais, técnicas de dança e sonoridades distintas num curto período — uma imersão densa em património vivo.

Para a cidade, o festival tem impacto direto: atração de público, movimento no comércio local e reforço da visibilidade cultural da região. Para os visitantes, é uma oportunidade de observar repertórios tradicionais, técnicas de dança e sonoridades distintas num curto

Os espetáculos na Casa do Campino funcionam mediante bilheteira, pelo que quem planeia assistir aos concertos centrais deve confirmar horários e condições de acesso com antecipação. As exibições em Abrantes e Almeirim, por sua vez, ampliam a oferta e tornam o festival mais acessível a públicos fora de Santarém.

As próximas semanas serão decisivas para a divulgação final do cartaz e para a logística do encontro: transporte entre palcos, programação de actividades paralelas e detalhes do colóquio ainda podem ser afixados pela organização. A presença de grupos internacionais garante diversidade artística, enquanto o envolvimento de voluntários evidencia o carácter comunitário da iniciativa.

Quem quiser acompanhar o festival deverá procurar as comunicações oficiais do Grupo Académico de Danças Ribatejanas para informações atualizadas sobre bilhetes, horários e locais. O evento promete ser, como em edições anteriores, um ponto de convergência entre preservação cultural e animação popular.

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