A SDR Portugal anunciou, na sexta-feira, um alargamento do sistema Volta que pretende facilitar a devolução de embalagens em estabelecimentos como hotéis, cafés e restaurantes. Seis quiosques já começaram a operar e mais seis estão a ser instalados, numa aposta que visa dar resposta a devoluções em grande escala e reduzir a carga logística destes operadores.
Segundo a entidade responsável pelo Sistema de Depósito e Reembolso, os novos quiosques destinam‑se a recolher volumes elevados com rapidez, alinhando‑se com as necessidades do setor da restauração e do alojamento.
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Sistema Volta instala 12 quiosques em estabelecimentos: foco em cafés, restaurantes e hotéis
| Localidade | Estado |
|---|---|
| Albufeira | Em funcionamento |
| Barcelos | Em funcionamento |
| Cascais | Em funcionamento |
| Funchal | Em funcionamento |
| Ponta Delgada | Em funcionamento |
| Vila Nova de Famalicão | Em funcionamento |
| Almada | Em implementação |
| Aveiro | Em implementação |
| Mafra | Em implementação |
| Oeiras | Em implementação |
| Portimão | Em implementação |
| Vila do Conde | Em implementação |
A SDR destaca que cada quiosque tem capacidade elevada: o equipamento consegue processar cerca de 120 embalagens por minuto, o que facilita a devolução em picos de atividade e reduz filas e tempo de gestão para estabelecimentos com grande circulação.

Para além dos quiosques, o sistema Volta oferece outras formas de recolha pensadas para diferentes realidades operacionais:
- Quiosques: concebidos para grandes volumes e entregas concentradas por parte de restaurantes, bares e hotéis.
- Pontos automáticos: máquinas instaladas em supermercados e hipermercados para uso do público em geral.
- Levantamento direto: serviço em que a SDR Portugal recolhe as embalagens diretamente no estabelecimento mediante agendamento.
O objetivo estratégico declarado é atingir um total de 50 quiosques distribuídos pelo país, integrando‑os numa rede que combina diferentes soluções de recolha. A iniciativa pretende não só melhorar a logística de devolução, mas também contribuir para a circulação de materiais recicláveis em cadeia, com efeito na gestão de resíduos.
Leonardo Mathias, presidente da SDR Portugal, afirmou que o reforço da rede representa “um avanço na oferta de soluções adaptadas”, destacando a aposta em equipamentos que permitam processar volumes elevados de forma eficiente.
Para os operadores do setor turístico e da restauração, a expansão significa menos esforço operacional para gerir embalagens e uma alternativa mais rápida ao envio de resíduos para tratamento. Para o público, aumenta a disponibilidade de pontos para devolver embalagens e receber o respetivo retorno previsto no sistema.











