Mostrar resumo Ocultar resumo
Uma placa com o nome de Sarah Ferguson foi removida de forma discreta numa casa de apoio a crianças doentes ligada ao hospital infantil Great Ormond Street, em Londres. A peça de bronze, colocada em 1990 para marcar a inauguração do espaço, desapareceu sem explicações públicas da instituição.
Remoção e vestígios no local
O espaço onde a placa estava instalada ficou com a impressão do contorno e dois furos visíveis nos tijolos da parede. Fotógrafos presentes registaram a ausência do letreiro e divulgaram imagens do local.
Sarah Ferguson vê revogada mais uma honraria
Fim do PRR reduz investimento estatal em habitação em 2027 em 63,5% — menos 1.844 milhões de euros

A instituição de solidariedade que gere a residência ainda não emitiu justificativa sobre a retirada.
Contexto e possíveis motivos
Fontes entram em paralelo com a hipótese de que a remoção esteja ligada à associação de Ferguson com o empresário sexualmente acusado Jeffrey Epstein. A ligação é apontada como o provável motivo, mas não houve confirmação oficial.

Para a ex-duquesa — então uma figura ativa na família real britânica — a placa simbolizava a inauguração daquela instalação há mais de três décadas. O episódio foi descrito por observadores como mais um capítulo de desgaste da sua imagem pública.
Implicações simbólicas
A retirada de um elemento físico que recordava uma ligação institucional tradicional tem também um significado simbólico. Mesmo sem declarações da entidade responsável, a ação sublinha como questões de reputação podem afetar honrarias e memórias públicas.
Até ao momento, não há informação adicional sobre as motivações formais para a retirada nem sobre eventuais medidas futuras relacionadas à placa.











