O corpo de um homem de 26 anos, dado como desaparecido na noite de segunda-feira no rio Arda, em Castelo de Paiva (distrito de Aveiro), foi localizado pelas equipas de socorro, confirmou a corporação de bombeiros. O caso chama atenção para os riscos associados a banhos em rios e para a intervenção rápida dos serviços de emergência.
O alerta foi registado às 19h17 desta segunda-feira, quando familiares e amigos notaram a ausência do jovem durante um passeio junto ao rio. Imediatamente foram mobilizados meios de busca que incluíram mergulhadores dos Bombeiros de Castelo de Paiva.
Após as operações subaquáticas, as equipas localizaram o corpo e o óbito foi declarado no local. A vítima foi posteriormente encaminhada para o Instituto de Medicina Legal de Penafiel, onde serão realizados os procedimentos forenses previstos.
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O que aconteceu e quem atuou
De acordo com a informação prestada pelas equipas envolvidas, o jovem estava a banhos acompanhado por um grupo de amigos quando desapareceu. No local estiveram presentes elementos do INEM — incluindo a equipa de psicólogos, para apoio aos familiares e amigos — e a GNR.
- 19h17 — alerta recebido pelos serviços de emergência.
- Bombeiros — equipas de mergulho mobilizadas para buscas.
- INEM — equipa médica e de apoio psicológico acionada.
- GNR — presença para garantir segurança e apoiar o levantamento do corpo.
- Instituto de Medicina Legal de Penafiel — destino do corpo para investigação e exames.
As autoridades locais procedem agora aos atos legais e periciais necessários para apurar as circunstâncias da morte. Não há informação divulgada sobre sinais de crime; as diligências seguem a rotina habitual nestes casos.
Este episódio destaca a necessidade de cautela em zonas fluviais, sobretudo fora de áreas vigiadas. Amigos e familiares que assistiram ao acidente foram acompanhados no local por psicólogos do INEM, uma medida comum para minimizar o impacto imediato do trauma.
As autoridades recomenda prudência e respeito pelas indicações de segurança junto a rios e represas, e apelam a que situações de perigo sejam rapidamente comunicadas às entidades competentes para acelerar a resposta.











