Neste mês de junho, feiras dominicais na Margem Sul voltam a ser ponto de encontro para quem procura cerâmica portuguesa com preços muito baixos — e peças que estão a atrair clientes de todo o país. Os mercados onde o projeto Ó Da Casa vai estar prometem ofertas que valem a deslocação: desde conjuntos económicos a peças decorativas de produção nacional.
Criada em 2019 por Carlos Costa e Hélia Santos, a Ó Da Casa reúne louça escolhida diretamente em fábricas portuguesas e monta bancas em vários mercados ao sul do Tejo. O casal tem vindo a ganhar público fiel: há compradores que fazem dezenas de quilómetros apenas para aproveitar os preços e a seleção.
As feiras duram a manhã e a tarde inteira: a venda decorre entre 8h30 e 15h, e as presenças são sobretudo aos domingos. A agenda de junho já está definida e inclui paragens regulares, com possibilidade de actualizações divulgadas online.
Rancho da Glória do Ribatejo assinala sete décadas: tarde de cantares e convívio
Indústria musical pressiona por regras sobre IA: ameaça a empregos e direitos autorais
| Data | Local |
|---|---|
| 7 de junho (domingo) | Azeitão |
| 14 de junho (domingo) | Pinhal Novo |
| 21 de junho (domingo) | Coina |
| 28 de junho (domingo) | Corroios |
Os artigos são vendidos individualmente, mas as promoções em conjunto tornam as compras especialmente vantajosas. Em edições recentes foram oferecidos packs como um conjunto de três pratos por 5€, jarras com preço médio de 5€ e peças decorativas que raramente ultrapassam os 20€.
O que encontrar e porquê ir
O sortido traz tanto louça tradicional — com motivos mais clássicos — como propostas de linhas depuradas e cores neutras, pensadas para públicos mais jovens e para quem procura minimalismo. Segundo os responsáveis, a intenção é ter variedade suficiente para agradar diferentes idades e gostos.
- Horário recomendado: chegue cedo para escolher entre as melhores peças.
- Leve medidas ou fotos do espaço se pretende comprar loiça para utilização específica.
- Verifique o calendário online antes de sair: os locais podem sofrer alterações pontuais.
- Comprar em packs costuma ser a forma mais económica de levar peças portuguesas de qualidade.
Além das presenças semanais nos mercados da Margem Sul, a dupla já inaugurou uma loja nas Caldas e faz paragens ocasionais em Abrunheiras. A circulação por diferentes feiras tem ajudado a fortalecer a clientela e a dar visibilidade às fábricas nacionais onde selecionam a cerâmica.
Para quem procura uma combinação rara: produto nacional, design acessível e preços baixos, as feiras da Ó Da Casa oferecem uma oportunidade prática. Mais do que pechinchas, tratam-se de peças produzidas localmente que chegam ao consumidor final sem margens elevadas — uma tendência relevante para quem quer apoiar a produção portuguesa sem gastar muito.
Consulte a agenda oficial antes de se deslocar. As datas podem ser atualizadas e os organizadores costumam partilhar novidades nas suas páginas online.











