Mostrar resumo Ocultar resumo
No Congresso Nacional do PSD em Anadia, a ministra do Trabalho qualificou o chumbo da sua proposta como “uma oportunidade perdida” e elogiou o “sentido de Estado” do primeiro‑ministro por, segundo ela, não ceder a exigências que ameaçariam a sustentabilidade da Segurança Social. Maria do Rosário Palma Ramalho afirmou ainda acreditar que o Governo voltará a insistir na reforma das leis laborais.
Receção no congresso
Ao ser apresentada pelo presidente da mesa do congresso, Miguel Albuquerque, a ministra independente foi saudada com uma longa salva de palmas pelos delegados social‑democratas presentes.
Cibersegurança: regulamento publicado define como empresas vão cumprir o regime
Netflix lança comédia romântica para o fim de semana: mensagens para Isabelle
Visivelmente emocionada, Maria do Rosário Palma Ramalho usou a intervenção para sublinhar o seu papel: disse que, enquanto ministra, coube‑lhe apenas apresentar e defender a proposta de revisão das leis do trabalho.
Gratidão pelo apoio do primeiro‑ministro
No final do discurso, agradeceu publicamente o apoio do primeiro‑ministro. Segundo a ministra, Luís Montenegro deu “suporte total e público” ao projecto em todas as fases.
Sem avançar detalhes sobre novos calendários, afirmou confiar que a equipa governativa regressará ao tema e prosseguirá outras reformas em benefício dos portugueses e do país.
Críticas aos opositores e análise do desfecho
A ministra descreveu o fim do processo legislativo como uma perda para a competitividade da economia portuguesa. Em paralelo, acusou a existência de “desinformação sistemática” e da politização do sindicalismo.
Dirigiu críticas a dois conjuntos distintos de adversários: aos que, disse, transformaram a reforma numa afronta pessoal por estarem fora do Governo, e aos que, na sua opinião, votam segundo sondagens e tendências nas redes sociais — uma alusão, respectivamente, ao Partido Socialista e ao Chega.
Elogio à posição sobre pensões
A ministra elogiou o primeiro‑ministro por não aceitar trocar a aprovação da reforma, em sede de votação na generalidade, pela redução da idade de acesso à pensão ou por um plafonamento que, afirmou, poderia pôr em causa o contrato de confiança entre os cidadãos e o Estado relativamente às pensões futuras.
Para Maria do Rosário Palma Ramalho, essa decisão reflecte um posicionamento orientado para a preservação da Segurança Social e para a manutenção de garantias aos beneficiários.












