Mostrar resumo Ocultar resumo
O primeiro‑ministro anunciou que não fará férias prolongadas neste verão e permanecerá a coordenar a atividade do Governo enquanto continua a exercer as funções de presidente do PSD. O gabinete esclareceu que apenas prevê alguns fins de semana e dias esporádicos, sem se ausentar do país.
Agenda oficial e disponibilidade
Fonte do gabinete de Luís Montenegro disse à Lusa que o chefe do Executivo decidiu não marcar férias nesta época e que manterá a sua agenda partidária paralelamente às responsabilidades governamentais. Segundo a mesma comunicação, qualquer descanso será curto e condicionado pela programação diária.
Festa dos Rios chega a Constância: programação celebra cultura e tradições locais
Diabo veste Prada 2: sessão gratuita ao ar livre esta semana
O regime de disponibilidade inclui a condição de não sair do território nacional, salvo eventual mudança de planos se a agenda o permitir.
Compromissos do PSD no verão
O calendário social‑democrata mantém os eventos habituais de agosto. A Festa do Pontal está agendada para 14 de agosto e assinala o 50.º aniversário da iniciativa. A Universidade de Verão, destinada à formação política de jovens, decorrerá entre 24 e 30 de agosto em Castelo de Vide, distrito de Portalegre.
Ambos os eventos contam com a presença prevista de Luís Montenegro.
Férias anteriores e contexto público
Em 2024, durante o primeiro verão em que exerceu o cargo, as férias de Montenegro no Brasil com a família foram notícia. No ano passado, o primeiro‑ministro passou alguns dias de descanso no Algarve, em agosto.
Críticas da oposição
No início de julho, a oposição criticou Montenegro por se ter deslocado fora do país para assistir a jogos da seleção nacional no Mundial nos Estados Unidos. A crítica surgiu num período em que o Governo decretou “situação de alerta”, devido ao calor intenso e ao elevado risco de incêndios em Portugal.
A reação opositora foi apresentada publicamente à luz desse contexto climático e de proteção civil.
Por que isto importa
A decisão de reduzir férias prolongadas sinaliza que o primeiro‑ministro pretende assegurar continuidade de comando durante um período considerado sensível pelas autoridades. A presença em eventos partidários e a promessa de coordenação governamental explicam a opção por descansos curtos e dentro do país.











