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O cabaz alimentar de 63 produtos monitorizado pela Deco Proteste está esta semana fixado em 253,60 euros, um acréscimo marginal de 0,12 euros face à semana anterior. A variação reflete aumentos pontuais em alguns itens e evidencia a trajetória de custo do cabaz ao longo dos últimos meses e anos.
O que compõe o cabaz e quanto custa
Cabaz alimentar sobe outra vez e passa a custar 253,60 euros
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A cesta acompanhada pela Deco inclui categorias como carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe. Entre os artigos contabilizados estão peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Produtos com maiores aumentos na última semana
Na comparação entre 29 de julho e 05 de agosto, houve subidas notórias em alguns alimentos básicos. O alho seco subiu 8%, passando para 3,34 euros. O fiambre perna extra fatiado aumentou 6%, para 2,45 euros, e o pão de forma sem côdea subiu 5%, para 2,58 euros.
Comparação com meses e anos anteriores
O custo do cabaz continua superior ao registado no início do ano: para comprar os mesmos 63 produtos os consumidores pagavam 11,77 euros a menos, uma diferença de 4,87%.
Em termos anuais, há do ano passado uma redução menor: há 12 meses o cabaz custava 12,95 euros a menos, ou seja, 5,38% inferior ao valor atual. A comparação com o início de 2022 mostra uma diferença mais acentuada — nessa altura, o cabaz estava 65,90 euros mais barato, o que representa 35,11% a menos.
Itens com maiores aumentos nos últimos 12 a 18 meses
No confronto com o ano passado, os maiores aumentos percentuais entre produtos destacam-se sobretudo no setor do pescado: o bacalhau graúdo subiu 25% e custa agora 20,02 euros por quilograma; o robalo aumentou 21%, para 9,90 euros/kg; e a perca do Nilo subiu 19%, para 12,02 euros/kg.
Tomando como referência 05 de janeiro de 2022, as maiores subidas percentuais foram registadas na carne de novilho para cozer (120%, para 12,80 euros/kg), no bacalhau graúdo (89%, para 20,02 euros/kg) e nos ovos (78%, para 2,03 euros).











